Inhame: o alimento que é aliado das mulheres

O Inhame tem inúmeros benefícios ao organismo feminino e só para listar alguns temos: ameniza cólicas menstruais e outros sintomas da TPM, reforça as defesas do organismo e estimula a libido. O inhame ainda tem ação anti-inflamatória e, por isso, deixa o corpo menos suscetível a acumular líquido e toxinas. Isso significa tirar da frente a gordura extra acumulada na cintura.

Não só isso. “Acredita-se que o consumo regular de inhame estimule a produção de mais de um óvulo por ciclo reprodutivo“, informam Pedro Accioly de Sá e José Lopes Filho no livro Inhame – O Nordeste Fértil (Ed. Ufal ­- Universidade Federal de Alagoas). Civilizações antigas, como os maias e os astecas, pareciam já saber disso. Eles incentivavam as mulheres a incluir o tubérculo na alimentação para que se tornassem mais férteis.

Mas o que mais chama atenção dos especialistas é a capacidade de o tubérculo equilibrar os níveis de progesterona. E, com isso, amenizar os sintomas da TPM (cólica, irritação, ansiedade) e da menopausa (ondas de calor, secura vaginal), além de reduzir o risco de perda óssea.

O poder anti-inflamatório do inhame também vem daí: a progesterona impede que hormônios favoráveis ao acúmulo de toxinas – e, consequentemente, à inflamação das células e do organismo em geral – entrem em ação.

Quanto consumir para obter os benefícios? Uma porção, no mínimo três vezes por semana, é o suficiente para começar a sentir os seus efeitos. Mas, por ser fonte de carboidrato, deve substituir o pão no café da manhã ou o arroz no almoço ou jantar.

Fique tranquila em relação à balança, diferentemente da batata, o inhame tem índice glicêmico baixo e, por isso, oferece um risco 50% menor de elevar o açúcar no sangue. Ou seja, o alimento evita picos de insulina e, consequentemente, um menor risco de engordar.

Fonte: https://boaforma.abril.com.br/nutricao/inhame-alimento-aliado-das-mulheres/

Boa alimentação auxilia no tratamento da depressão

A nutrição está ganhando terreno no campo dos estudos da mente saudável. Desde 2009, uma linha de investigação traça um elo íntimo entre a composição do prato e o surgimento da depressão. O psiquiatra Drew Ramsey, professor da Universidade Colúmbia, nos Estados Unidos, chegou a apresentar uma escala de nutrientes cruciais na prevenção e no combate ao distúrbio.

Segundo ele, ômega-3, magnésio, fibras, zinco, ferro, além das vitaminas C, B1, B9 e B12 devem ser os destaques à mesa para espantar o já chamado mal do século – a cada ano, 100 milhões de pessoas desenvolvem sintomas evidentes da doença. Resumindo, o expert apoia uma dieta rica em folhas verdes, oleaginosas e peixes. “Em alguns estudos, a comida correta diminuiu em 50% o risco de depressão”, conta Ramsey.

O padrão alimentar que se sobressai contra as sombras da melancolia é a célebre dieta mediterrânea, farta em pescados, nozes, cereais, grãos integrais, vegetais em geral e azeite de oliva. Ela é a estrela de uma longa investigação com cerca de 7 400 participantes, o estudo espanhol Predimed.

Mais um nutriente que merece menção é a vitamina C. No Laboratório de Neurobiologia da Depressão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a equipe liderada pela farmacêutica Ana Lúcia Rodrigues viu que o nutriente não só otimizou a atuação de remédios antidepressivos como isoladamente teve um efeito pró-humor em animais. Em pessoas deprimidas, provavelmente as doses necessárias para isso teriam que ser maiores do que as obtidas por meio da comida.

Alimentos mais naturais e integrais calham de ser cheios de fibras, que também prestam serviço à nossa cabeça. Só que a ação não é tão direta. Ocorre que essas substâncias influenciam, lá no nosso ventre, a composição da microbiota intestinal, deixando-a com um perfil de bactérias positivo.

E já existem evidências contundentes de que povoar a flora com moradoras, digamos, bondosas, não só fortalece o sistema imunológico como favorece o bem-estar cerebral. Acha que é exagero? Pois já se realizou uma experiência em que as bactérias localizadas na microbiota de um sujeito depressivo foram transferidas para o intestino (até então estéril) de um camundongo e, como resultado, o animas passou a demonstrar um comportamento depressivo.

É importante deixar claro que só a boa alimentação não é capaz de curar alguém diagnosticado com a depressão, mas combinada ao tratamento psicológico e se necessário com remédios, a alimentação auxilia muito na cura da doença.

Fonte: https://saude.abril.com.br/alimentacao/combata-a-depressao-a-mesa/

 

5 dicas naturais para fortalecer os cabelos

Cabelos fracos e quebradiços podem ser fortalecidos com produtos naturais e fáceis de encontrar. Confira abaixo as 5 dicas para fortalecer os seus fios.

1. Óleo Essencial de Alecrim e Hortelã

São os melhores óleos para queda de cabelo. Ativam a circulação no couro cabeludo, melhorando o desempenho do crescimento e nutrindo o couro cabeludo, evitando assim a queda. Separe uma colher de sopa de óleo vegetal e acrescente 3 gotas de cada óleo, Misture bem e passe no couro cabeludo, massageando bem. Deixe agir por 1 hora e lave os cabelos normalmente.

2. Óleo de Coco

O óleo de coco fortalece e nutre o couro cabeludo, evitando a queda de cabelo. Além de ajudar na hidratação do fio, o óleo de coco também acelera o crescimento lento. Deixa os fios mais alinhados e sem frizz.
Separe uma quantidade para passar no seu couro cabeludo (cerca de duas colheres de sopa). Com os cabelos secos, aplique o óleo de coco em todo o seu couro cabeludo. Faça leves massagens até o óleo ser absorvido. Pode passar um pouco no comprimento e nas pontas. Coloque uma touca para ajudar a aquecer o óleo na cabeça. Deixe agir por 4 horas e em seguida lave os cabelos normalmente.

3. Babosa (Aloe Vera)

A babosa atua limpando os folículos capilares. Ou seja, ela expulsa a gordura contida no couro cabeludo, que pode atrapalhar o crescimento dos fios. A babosa ainda é capaz de regenerar e nutrir os fios, recuperando o cabelo. Deixa os cabelos mais bonitos, macios, brilhantes, fortalece e ainda evita a queda de cabelo.
Separe um pedaço do gel de babosa e bata no liquidificador. Passe o gel em todo couro cabeludo, já limpo, e massageie. O restante misture com um pouco de máscara e passe do comprimento até as pontas. Deixe agir por 30 minutos. Enxágue bem os cabelos e em seguida passe o condicionador.

4. Ovo para o Fortalecimento

O ovo é um grande aliado para prevenir e melhorar a queda de cabelo. O ovo é composto por: ácidos graxos saturados, ácidos graxos insaturados, 20 aminoácidos, 14 minerais, 12 vitaminas e carotenóides que nutrem o couro cabeludo.
Separe em uma tigela um ovo inteiro. Acrescente uma colher de sopa de óleo de coco e misture bem. Acrescente 5 gotas de óleo essencial de ylang ylang ou tea tree. Misture e passe no couro cabeludo massageando bem. Deixe agir 20 minutos e lave os cabelos normalmente.

5. Vinagre de Maçã e Óleo Essencial de Sálvia

O vinagre de maçã é rico em aminoácidos, vitaminas e minerais, além de ácidos orgânicos ((málico, cítrico, láctico, oxálico) O vinagre de maçã ajuda a selar as cutículas, melhorando o frizz, regula o pH do couro cabeludo ajuda a melhorar a caspa e combater a queda de cabelo.
Separe 300 ml de água filtrada, acrescente 2 colheres de sopa de vinagre de maçã orgânico e 2 gotas de óleo essencial de sálvia. Misture e, depois de lavar os cabelos com shampoo e condicionador, borrife em todo cabelo. Massageie por alguns minutos e dê uma última enxaguada.

Fonte: https://belezaesaude.com/tratamentos-naturais-queda-cabelo/