O poder do ovo no café da manhã

O alimento funciona ainda como fonte de diversos nutrientes importantes para o funcionamento do nosso organismo como vitamina A, vitamina B2, vitamina B6, vitamina B12, vitamina D, vitamina E, vitamina K, selênio, zinco, ferro e cobre.

Os ovos constituem também uma fonte de proteína completa e de alta qualidade por possuir os oito aminoácidos essenciais que o corpo não pode sintetizar e precisa obter por meio da dieta.

A mestra em nutrição humana Adda Bjarnadottir apresentou o ovo como um alimento dono de propriedades únicas que o tornam amigável ao processo de diminuição do peso. Bjarnadottir explicou que uma das vantagens dos ovos para o emagrecimento é que eles saciam, principalmente graças ao alto teor de proteínas que é encontrado na composição do alimento.

“Alimentos ricos em proteínas são conhecidos por reduzir o apetite e aumentar a saciedade, comparados a alimentos que contêm menos proteínas. Estudos têm mostrado repetidamente que refeições com ovo aumentam a saciedade e reduzem a ingestão de alimentos durante as refeições posteriores, comparando com outras refeições com o mesmo teor de calorias”, afirmou a mestra em nutrição humana.

Ela afirmou ainda que os ovos têm uma colocação alta no índice de saciedade, uma escala que avalia a eficiência dos alimentos para manter o corpo saciado e diminuir a ingestão de calorias mais tarde.

Ou seja, se auxilia em relação à saciedade, comer o ovo no café da manhã emagrece mesmo, pois ajuda a segurar o apetite até a próxima refeição – o almoço – e a não cair na tentação de beliscar guloseimas no intervalo entre uma refeição e outra, o que contribui com a perda de peso.

A mestra em nutrição humana mencionou outro estudo publicado no ano de 2010, similar ao de cima, porém realizado com homens por um pesquisador dos Estados Unidos e seus colegas, que também mostrou que um café da manhã com ovo diminuiu a ingestão de calorias pelas próximas 24 horas, em comparação com o que fez um café da manhã com bagel, além de ter provocado maior saciedade.

Bjarnadottir citou ainda uma pesquisa, feita por um cientista do Reino Unido ao lado de seus colegas, que comparou os efeitos de três tipos de café da manhã – ovos na torrada, cereal com leite mais torrada e croissant com suco de laranja – em 30 homens jovens, saudáveis e em forma.

“A refeição com ovo causou significativamente uma maior saciedade, menos fome e um desejo mais baixo de comer do que os outros dois cafés da manhã”, completou a mestra em nutrição humana.

Fonte: www.mundoboaforma.com.br/ovo-no-cafe-da-manha-emagrece

Receita de Pão de Couve-Flor Low Carb

O pão de couve-flor low carb é uma receita ideal para consumir no café da manhã ou para preparo de sanduíches ou outras delícias em uma dieta low carb. O pão fica muito saboroso e você pode adicionar os queijos da sua preferência para dar ainda mais sabor.

A couve-flor é o melhor alimento para substituir pães, purês e farináceos que são evitados por quem segue a dieta low carb. Por ser muito versátil, ele pode ser usado em diferentes preparos, inclusive para fazer uma versão de pão. Confira abaixo a receita, bom preparo e bom apetite!

Ingredientes:

  • 2 xícaras de chá de couve-flor cozida e processada;
  • 1 colher de sopa de cream cheese;
  • 2 ovos;
  • sal a gosto;
  • pimenta-do-reino a gosto.

Modo de preparo:

Cozinhe a couve-flor no vapor até que ela fique bem macia. Em seguida, passe pelo processador até ficar bem triturada.

Acrescente o cream cheese, os ovos e os temperos e bata novamente até obter uma massa homogênea.

Despeje a massa em uma forma e asse em forno médio preaquecido por 30 minutos ou até dourar. Sirva!

 

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/7-receitas-de-pao-de-couve-flor-low-carb/#K9Fot4iYJmpGkVdC.99

 

 

Ômega 3: saiba mais sobre seus benefícios.

O ômega 3 é classificado como um ácido graxo poli-insaturado, classe de substâncias conhecida também como PUFA (da sigla em inglês polyunsaturated fatty acids). O ômega 3 contém em sua composição substâncias como o ácido alfalinolênico (ALA), ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido docosahexaenoico (DHA).

 

O ALA é encontrado principalmente em alimentos de origem vegetal como nozes, linhaça e outras sementes comestíveis. Já o EPA e o DHA são os ácidos graxos do tipo ômega 3 facilmente encontrados em alimentos de origem animal como peixes gordurosos como o salmão, a truta e o atum, além de algas e fitoplâncton.

 

O DHA encontrado em óleos de peixe parece reduzir o tamanho de tumores e melhorar a eficácia de medicamentos quimioterápicos como a cisplatina, além de reduzir os seus efeitos colaterais. Isso é o que afirma um estudo realizado com animais por pesquisadores da Universidade de Mansoura, no Egito.

 

O ômega 3 também parece restringir o crescimento das células tumorais e até causar a autodestruição de células cancerígenas.

Especialistas acreditam que o ômega 3 pode reduzir inflamações no corpo e, assim, proteger o organismo contra o câncer, já que vários tipos da doença estão associados a inflamações crônicas como o câncer colorretal, o câncer de fígado, o câncer de pulmão e o câncer de próstata.

 

Os benefícios do ômega 3 comprovados pela ciência são inúmeros. Abaixo, você pode conferir alguns deles, que são benéficos não só para prevenir alguns tipos de câncer, como para beneficiar outras funções no nosso organismo.

 

Combate à depressão e à ansiedade

Diversos estudos mostram que o consumo regular de ômega 3 ajuda a reduzir a incidência dessas doenças e até a aliviar os sintomas de quem já sofre com elas. O EPA parece ser o principal responsável pela redução dos sintomas dessas doenças.

O ômega 3 nunca deve substituir um medicamento prescrito para depressão ou ansiedade, mas seu uso pode ser um complemento ao tratamento, já que grande parte do nosso cérebro é composto por gorduras boas como o ômega 3. Assim, esse ácido graxo atua como um nutriente essencial que fortalece as estruturas cerebrais, melhorando as conexões neurais e reduzindo os sintomas depressivos.

 

Saúde do cérebro

Além de ajudar a tratar a depressão, o ômega 3 é essencial para o desenvolvimento do cérebro e da saúde ocular de bebês. Por isso, as gestantes precisam garantir a ingestão adequada desse nutriente.

De acordo com vários estudos, mulheres que ingerem ômega 3 durante a gravidez têm crianças mais inteligentes, mais comunicativas e com menos problemas comportamentais, de desenvolvimento ou doenças como transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, autismo e paralisia cerebral.

Alívio de sintomas da síndrome metabólica

A síndrome metabólica é uma doença é caracterizada por várias condições que afetam o metabolismo e que aumentam o risco de desenvolver outras doenças como a diabetes e doenças cardíacas.

Pesquisas têm demonstrado que o ômega 3 é capaz de reduzir a resistência à insulina e a inflamação no organismo, além de diminuir o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Combate à inflamação

Processo inflamatórios ocorrem o tempo todo no nosso corpo para reparar danos e combater infecções que eventualmente afetam nosso organismo. No entanto, inflamações em excesso podem resultar no desenvolvimento de doenças crônicas como as doenças cardíacas e alguns tipos de câncer.

Estudos mostram que ácidos graxos do tipo ômega 3 ajudam a reduzir a produção de compostos associados à inflamação, reduzindo a incidência de processos inflamatórios no corpo.

Combate a doenças autoimunes

O ômega 3 ajuda a combater algumas doenças autoimunes como a diabetes do tipo 1 e a esclerose múltipla, em que o sistema imunológico confunde células saudáveis com células nocivas e ataca o próprio organismo.

Também há pesquisas que indicam que o ômega 3 pode ser usado para o tratamento de doenças como o lúpus, a artrite reumatoide, a colite ulcerativa, a psoríase e a doença de Crohn.

Combate a doenças neurodegenerativas

O ômega 3 ajuda a reduzir o declínio da função cerebral com o avanço da idade, além de diminuir o risco de desenvolver doenças neurodegenerativas como o mal de Alzheimer e a demência.

Segundo estudo de 2014 publicado no periódico científico American Journal of Preventive Medicine, pessoas que comem peixes gordurosos tendem a apresentar mais massa cinzenta no cérebro. Essa massa compõe o tecido cerebral responsável por processar informações, memórias e emoções, reduzindo o declínio dessas funções tão importantes na nossa vida.

Saúde dos ossos e das articulações

Pesquisas sugerem que o consumo de ômega 3 pode ajudar a aumentar a força óssea e melhorar a absorção de cálcio, o que reduz o risco de desenvolver osteoporose, por exemplo.

O ácido graxo ômega 3 também pode auxiliar pessoas com artrite, já que a ingestão desse nutriente ajuda a combater a inflamação, reduzindo a dor e a rigidez nas articulações.

Pele saudável

O teor antioxidante e anti-inflamatório do ômega 3 ajuda a proteger a pele contra danos causados por radicais livres devido ao estresse oxidativo ou à exposição sem proteção à poluição ou à radiação ultravioleta do sol. A proteção anti-inflamatória também ajuda a combater inflamações na pele como a acne.

Além disso, o ômega 3 é responsável pela saúde de membranas celulares presentes na pele que ajudam a deixar a pele macia, hidratada, flexível e livre de rugas e marcas associadas ao envelhecimento.

 

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/omega-3-para-cancer-beneficios-estudos-e-dicas/

 

 

Carboidratos: é possível viver sem?

Você pode reduzir bastante a ingestão de carboidratos – com efeitos colaterais positivos e negativos, mas eliminar todos os carboidratos não é uma solução alimentar segura. Você pode, no entanto, viver bem sem certas formas de carboidratos, como o açúcar.

 

Finalidade dos carboidratos

Os carboidratos são a forma preferida de energia do seu corpo para os músculos, o sistema nervoso e o metabolismo, embora de vez em quando a proteína faça suas vezes – apesar de aumentar o estresse nos rins, pois os subprodutos são excretados na urina.

Quando você ingere carboidratos, seu corpo os divide em partes menores de açúcar e os transporta através da corrente sanguínea para tecidos e órgãos onde são usados como energia. A glicose, um dos açúcares nos quais os carboidratos se transformam, é essencial para o sistema nervoso central.

 

Efeitos colaterais de poucos carboidratos

Reduzir os carboidratos pode ter benefícios quando se trata de perda de peso – um estudo publicado em 2014 em Nutrition, Metabolism and Cardiovascular Disease determinou que dietas low carb diminuem o peso corporal e reduzem os fatores de risco para doenças cardiovasculares.

Sem a glicose que os carboidratos fornecem, de acordo com a Extensão da Universidade Estadual de Iowa, você pode se sentir fraco, com tontura e sentir hipoglicemia – baixa de açúcar no sangue. Você também pode ter uma baixa no desempenho físico, bem como fadiga mental e física.

 

Qual é então o limite para a ingestão de carboidratos?

As diretrizes dietéticas sugerem a ingestão de pelo menos 45% a 65% de suas calorias provenientes de carboidratos. Em uma dieta de 2.000 calorias, isso equivale a 225 a 325 gramas de carboidratos por dia, já que cada grama de carboidratos fornece 4 calorias.

Você pode cortar carboidratos simples, como o açúcar, sem efeitos colaterais, enquanto ainda consome carboidratos complexos na forma de vegetais ou grãos integrais.

 

fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/seria-possivel-viver-sem-carboidratos-na-dieta/#s36MMvDYXHFUoATH.99