Iogurte: saiba mais sobre este alimento delicioso!

Não é uma delícia saborear um iogurte no café da manhã ou nos lanchinhos que fazemos quando a fome bate nos intervalos entre as refeições? Mas enquanto você aprecia o seu iogurte acompanhado de aveia, granola ou frutas, já parou para pensar a respeito da composição do alimento? Se você não restringe nenhum nutriente na sua dieta, pode ser que nunca tenha pensado se o iogurte tem carboidrato, glúten ou lactose.

Mas será que o iogurte pode ser consumido livremente pelas pessoas que aderem a uma dieta low carb, por exemplo, ou uma dieta sem glúten ou lactose?

O iogurte tem carboidrato?

Você provavelmente já sabe que os carboidratos constituem uma das principais fontes de energia para o nosso organismo. Entretanto, o nutriente é evitado ou restringido nas refeições das pessoas que seguem a chamada dieta low carb, que pode ser aderida por questões de saúde ou como uma estratégia para estimular a diminuição do peso corporal.

Para todas essas pessoas, vale a pena saber se o iogurte tem carboidrato e a quantidade em gramas do nutriente que pode ser encontrada em diferentes tipos, porções e variações do produto antes de inseri-lo nas refeições, não é mesmo?

De acordo com o PhD em nutrição Atil Arnarson, podemos sim encontrar os carboidratos na composição do iogurte.

Arnarson explicou que os carboidratos do produto costumam aparecer na forma do açúcar natural do leite e do açúcar adicionado que muitas marcas adicionam em seus iogurtes.

Será que o iogurte tem lactose?

Como já vimos acima, parte dos carboidratos do iogurte aparece na forma do açúcar natural do leite. Pois bem, esse açúcar natural do leite é justamente a lactose.

O conteúdo de lactose do iogurte é mais baixo do que o do leite. Isso porque a fermentação bacteriana no iogurte resulta na decomposição da lactose. Quando a lactose é decomposta, ela forma a galactose e a glicose. Entretanto, é possível encontrar versões sem lactose de iogurte de diversas marcas disponíveis no mercado.

E será que o iogurte tem glúten?

Já vimos se o iogurte tem carboidrato e se ele possui lactose em sua composição. Mas será que também encontramos o glúten no produto?

Conhecer essa informação é importante para quem tem problemas de saúde que impedem a ingestão da substância e para aquelas pessoas que decidiram eliminar o glúten da sua alimentação.

Então, vamos lá: na sua forma pura, o iogurte é livre de glúten.

“Entretanto, os aromatizantes e adoçantes usados nos iogurtes disponíveis comercialmente nem sempre são livres de glúten. Além disso, mesmo o iogurte natural que você compra em lojas pode estar sujeito à contaminação cruzada por glúten, que o torna perigoso para aqueles que têm doença celíaca ou a sensibilidade ao glúten não-celíaca”, afirmou a médica Jane Anderson.

Essa contaminação cruzada por glúten pode ocorrer quando um produto naturalmente sem glúten é fabricado, embalado ou armazenado nos mesmos equipamentos ou ambientes que produtos que contêm o glúten.

Portanto, se você não pode ou não quer ingerir o glúten, cheque a embalagem do iogurte antes de levar o produto para casa para conferir se ele realmente é livre da substância ou não.

Atenção

As marcas, tipos e porções do iogurte não foram submetidas a análises para descobrirmos o seu teor de carboidratos por porção, simplesmente reproduzimos as informações disponibilizadas na internet. Ou seja, os dados servem mais como uma estimativa.

Como cada marca pode apresentar variações em seus valores nutricionais, sempre cheque a tabela nutricional na embalagem do iogurte que você deseja comprar para conferir qual é o seu teor de carboidratos.

 

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/iogurte-tem-carboidrato-gluten-e-lactose-tipos-variacoes-e-dicas/#W5ysSluUuud6a4xQ.99

10 Alimentos Veganos ricos em proteínas

Uma dieta vegana pode estar relacionada a uma preocupação com o bem-estar e saúde geral, razões religiosas e também com a preservação dos animais. No entanto, uma preocupação comum entre pessoas que adotam esse estilo alimentar é que elas podem não obter proteína suficiente na dieta.

Academy of Nutrition and Dietetics (Academia de Nutrição e Dietética) afirmou em 2016 que uma dieta vegana pode sim fornecer todas as necessidades nutricionais, tanto para adultos quando para crianças. No entanto, é necessário um planejamento antecipado para garantir o consumo ideal de proteínas, cálcio, ferro e vitamina B12, comum nas dietas que contém alimentos de origem animal.

Para ajudar a planejar as suas refeições e garantir que os alimentos veganos ricos em proteínas estejam presentes, listaremos aqui as melhores opções para a sua dieta.

Importância da proteína para a saúde

A proteína é um macronutriente essencial para a nossa saúde. Por exemplo, o cabelo e as unhas são feitos principalmente de proteína, o corpo usa para construir e reparar tecidos e também para produzir enzimas, hormônios e outros produtos químicos corporais. Além disso, a proteína é fundamental para a construção de ossos, músculos, cartilagens, pele e sangue, o que significa que sem ela, as nossas funções vitais estariam comprometidas e não seriamos capazes de nos sustentar.

Alimentos veganos ricos em proteínas

Alguns alimentos veganos podem ser excelentes fontes de proteína e também de outros nutrientes, e na maioria das vezes contêm menos calorias do que os produtos de origem animal. Confira os melhores alimentos veganos e sua quantidade de proteínas por porção.

1. Tofu, tempeh e edamame

A soja é uma das fontes mais ricas de proteína vegetal e por esse motivo os seus produtos são uma escolha comum na dieta dos veganos. No entanto, a quantidade de proteína pode variar de acordo com a forma de preparar.

2. Seitan

Seitan é feito de glúten, a principal proteína do trigo e que pode ser encontrado também na cevada. Sua textura e aparência ficam muito semelhantes à carne quando cozida, por esse motivo é conhecido também como como carne de trigo ou de glúten.

3. Lentilhas

As lentilhas são saborosas, ótimas adições para saladas frescas e sopas e também uma ótima fonte de proteínas. As lentilhas também carregam boas quantidades de carboidratos complexos, que são digeridos lentamente, e de fibras, pois um copo de 240 ml atende aproximadamente 50% da quantidade diária recomendada.

 

4. Feijão e grão-de-bico

A maioria das variedades de feijão carrega quantidades elevadas de proteína por porção. O grão-de-bico é outra leguminosa que contém um alto teor de proteína.

5. Levedura nutricional

A levedura nutricional é uma cepa desativada da levedura Saccharomyces cerevisiae, e ela é encontrada como um pó de cor amarela ou em flocos. Seu sabor é semelhante ao do queijo, e por esse motivo muitas pessoas adicionam ao tofu, ao purê de batatas ou polvilham em cima de pratos de massa ou até mesmo como uma cobertura da pipoca.

6. Teff e espelta

Tanto a espelta quanto teff são alimentos veganos que fazem parte de uma categoria de grãos antigos, como o einkorn, cevada, sorgo e farro. A espelta é um tipo de trigo e sua composição contém glúten, o que significa que ele não é recomendado para portadores de doença celíaca ou sensibilidade ao glúten. Pessoas que sofrem com essa condição devem optar por consumir o teff, que é livre de glúten.

7. Semente de cânhamo

A semente de cânhamo provém da planta Cannabis sativa, que pertence à mesma família da planta de maconha. Embora exista um parentesco, a semente de cânhamo contém uma concentração irrelevante de THC (tetrahydrocannabinol), um composto que produz os efeitos da droga.

 

8. Sementes de chia

As sementes de chia são derivadas da planta Salvia hispanica e têm um gosto suave. Elas são capazes de absorver água e transformam-se em uma substância semelhante a um gel e isso permite que ela seja adicionada a diversas receitas, sem contar que esse efeito ajuda a “encher” e também a te deixar mais saciado.

9. Nozes e sementes

As nozes e sementes são excelentes alimentos veganos para o lanche entre as refeições e contribuem com fibras e gorduras saudáveis, ferro, cálcio, magnésio, selênio, fósforo, vitamina E e algumas vitaminas do complexo B. Além disso, elas também contêm antioxidantes, e outros compostos vegetais importantes para a saúde.

10. Aveia

A aveia é um alimento que faz parte do café da manhã de muitas pessoas. Seja polvilhada nas frutas ou até mesmo preparada como um mingau, a aveia é uma prática e saborosa maneira de adicionar proteína a qualquer dieta.

 

 

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/16-alimentos-veganos-ricos-em-proteinas/#zMlC6rmvVbu6JiXw.99

 

Aveia: quais as propriedades e benefícios deste alimento?

A aveia é conhecida por ser fonte de nutrientes importantes para o nosso organismo funcionar apropriadamente como manganês, fósforo, cobre, ferro, selênio, magnésio, zinco e vitamina B1.

O alimento já foi associado a benefícios para a saúde do coração, para a saúde digestiva e para a saciedade do corpo, além de ter sido apontado como fonte de antioxidantes e capaz de contribuir com a diminuição da prisão de ventre.

A aveia pura não tem glúten, entretanto, chamamos a atenção para o risco de algumas marcas de aveia conterem o glúten por conta da chamada contaminação cruzada.

A maioria dos agricultores e processadores de alimentos que cultivam e lidam com a aveia também lidam com grãos com glúten como trigo, cevada e centeio. Usar o mesmo equipamento para a aveia e os grãos com glúten significa que uma pequena quantidade de glúten acaba “contaminando” sua aveia.

De acordo com informações da mestra em nutrição humana Adda Bjarnadottir, em seu artigo publicado, 66% do peso da aveia crua corresponde aos carboidratos.

Desses carboidratos da aveia, 85% correspondem ao amido, enquanto 11% são fibras, completou Bjarnadottir. Conforme outro artigo, tanto as fibras quanto o amido entram na categoria dos carboidratos complexos.

Em seu artigo, a mestra em nutrição humana também disse que o amido é o maior componente da aveia e é constituído por longas moléculas de glicose. “O amido da aveia é diferente do amido em outros grãos. Ele tem um teor de gorduras mais alto e uma viscosidade maior (habilidade de se ligar à água)”, detalhou Bjarnadottir.

Falando nas fibras, a maioria das fibras presentes na composição da aveia são solúveis, ainda que o alimento também possua fibras insolúveis. Conforme a mestra em nutrição humana, uma fibra que se destaca na aveia é a chamada beta glucana.

“As beta glucanas são únicas entre as fibras, já que elas podem formar um solução viscosa (parecida com um gel), em uma concentração relativamente baixa”, explicou Bjarnadottir

De acordo com ela, na aveia crua e integral, o teor de beta glucanas varia entre 2,3% a 8,5%, sendo que a maioria está presente no farelo do alimento.

“As beta glucanas são conhecidas por diminuir os níveis de colesterol e aumentar a excreção dos ácidos da bile. Também acredita-se que elas causam uma diminuição nos níveis de açúcar no sangue e nas taxas de insulina depois de uma refeição rica em carboidratos. O consumo diário de beta glucanas mostrou diminuir o colesterol, principalmente o LDL (o colesterol ruim) e, portanto, pode reduzir os riscos de doença no coração”.

Já vimos se a aveia tem glúten e conhecemos o teor de carboidratos e fibras que diferentes tipos e porções que o alimento pode apresentar. Mas e quanto à presença de proteínas na composição das fibras?

Bem, a aveia conta sim com proteínas em sua composição. Tanto que em artigo publicado, a mestra ciência alimentar e nutrição humana, Melodie Anne, afirmou que adicionar uma porção de aveia à dieta diária é uma forma de consumir um pouco mais de proteínas.

“Geralmente, quanto mais processadas forem as aveias, menos proteínas elas terão” destacou a mestra em ciência alimentar e nutrição humana.

 

Fonte:  https://www.mundoboaforma.com.br/aveia-tem-gluten-muito-carboidrato/#mUiABLS8l3DkBxBv.99