Como escolher um chocolate mais saudável?

Dois chocolates com igual porcentagem de cacau podem não ter a mesma concentração de bons nutrientes. Depende dos ingredientes de cada tablete. Tem chocolate amargo com apenas cacau e açúcar (2 ingredientes), tem outros com cacau, açúcar e manteiga de cacau (ou seja, 3 ingredientes) e tem outros com mais de 4. E isso afeta a quantidade de nutrientes, e consequentemente o quanto saudável é o produto.

O cacau é um fruto, que contém grãos (ou amêndoas) no seu interior. Estes grãos são fermentados, secos e torrados, e depois são quebrados para a retirada da casca. O que sobra é o miolo no grão, que é sólido e é chamado de nib de cacau. É com ele que se faz o chocolate. Os nibs de cacau são ricos em minerais, vitaminas e flavonóides, um antioxidante que ajuda na prevenção de doenças e do envelhecimento. Por isso o cacau é considerado um super alimento (ou super-food). No entanto, os nibs também são ricos em gordura, a manteiga de cacau.

Em média, 50% da composição dos nibs é manteiga de cacau, uma gordura saturada. Esta porcentagem pode variar para mais ou para menos, dependendo da origem e da safra do fruto, mas, pelo que li em vários artigos e livros, esse é um número realista. A manteiga de cacau é responsável pelo derretimento gostoso do chocolate e por espalhar o sabor na boca. Isso porque ela é a única gordura que se liquefaz a uma temperatura próxima da do corpo humano. Então ela tem o lado bom de deixar o chocolate macio, mas tem o lado ruim de ser uma gordura, o que implica em muitas calorias.

Nibs de cacau = manteiga de cacau + torta de cacau (ou “cacau em pó”)

Vamos aos números!

Pense em um chocolate feito só com “cacau e açúcar”, por exemplo na proporção de 70% para 30% respectivamente. A gente nunca sabe a verdadeira concentração de manteiga num cacau (nem os fabricantes sabem, pois varia com a safra, a origem do fruto, etc), mas vamos usar a média normal de 50% de gordura. Dos 70% de cacau, metade é gordura. Esse chocolate vai ter 35% de manteiga,  35% de  “cacau em pó” e  30% de açúcar. Ou seja, 35% de material realmente nutritivo, rico em substâncias importantes para o corpo humano.

Como escolher o mais saudável?

Desculpe o balde de água fria. A verdade é dura: se você quer comer só comida saudável ou de baixas calorias, adeus chocolate gostoso. Cacau em pó é super saudável, mas definitivamente não é chocolate. Boa sorte com espinafre, quinoa e companhia.

Se você não for muito radical, dá para incluir sem problemas o chocolate na sua alimentação. Afinal de contas, que graça tem uma vida sem um docinho gostoso de vez em quando ? É só ficar atento às informações da embalagem da marca de sua confiança e consumir com moderação.

Os chocolates mais saudáveis têm:

  • poucos ingredientes (ideal são apenas 2);
  • maior teor de cacau (portanto os amargos, acima de 70%);
  • maior teor de massa de cacau (cacau ou massa de cacau deve ser o primeiro na lista de ingredientes)
  • menor teor de gordura e que seja só proveniente da manteiga de cacau;
  • nada de ingredientes artificiais.

Isso quer dizer que você vai parar de comer outros chocolates? Não. Nem sempre o que importa são os ingredientes. Mas agora você tem mais informações para escolher o que e quanto consumir de chocolates, sem estragar sua rotina alimentar, seja ela qual for.

Fonte: https://chocolatrasonline.com.br/como-escolher-o-chocolate-mais-saudavel/

Iogurte: saiba mais sobre este alimento delicioso!

Não é uma delícia saborear um iogurte no café da manhã ou nos lanchinhos que fazemos quando a fome bate nos intervalos entre as refeições? Mas enquanto você aprecia o seu iogurte acompanhado de aveia, granola ou frutas, já parou para pensar a respeito da composição do alimento? Se você não restringe nenhum nutriente na sua dieta, pode ser que nunca tenha pensado se o iogurte tem carboidrato, glúten ou lactose.

Mas será que o iogurte pode ser consumido livremente pelas pessoas que aderem a uma dieta low carb, por exemplo, ou uma dieta sem glúten ou lactose?

O iogurte tem carboidrato?

Você provavelmente já sabe que os carboidratos constituem uma das principais fontes de energia para o nosso organismo. Entretanto, o nutriente é evitado ou restringido nas refeições das pessoas que seguem a chamada dieta low carb, que pode ser aderida por questões de saúde ou como uma estratégia para estimular a diminuição do peso corporal.

Para todas essas pessoas, vale a pena saber se o iogurte tem carboidrato e a quantidade em gramas do nutriente que pode ser encontrada em diferentes tipos, porções e variações do produto antes de inseri-lo nas refeições, não é mesmo?

De acordo com o PhD em nutrição Atil Arnarson, podemos sim encontrar os carboidratos na composição do iogurte.

Arnarson explicou que os carboidratos do produto costumam aparecer na forma do açúcar natural do leite e do açúcar adicionado que muitas marcas adicionam em seus iogurtes.

Será que o iogurte tem lactose?

Como já vimos acima, parte dos carboidratos do iogurte aparece na forma do açúcar natural do leite. Pois bem, esse açúcar natural do leite é justamente a lactose.

O conteúdo de lactose do iogurte é mais baixo do que o do leite. Isso porque a fermentação bacteriana no iogurte resulta na decomposição da lactose. Quando a lactose é decomposta, ela forma a galactose e a glicose. Entretanto, é possível encontrar versões sem lactose de iogurte de diversas marcas disponíveis no mercado.

E será que o iogurte tem glúten?

Já vimos se o iogurte tem carboidrato e se ele possui lactose em sua composição. Mas será que também encontramos o glúten no produto?

Conhecer essa informação é importante para quem tem problemas de saúde que impedem a ingestão da substância e para aquelas pessoas que decidiram eliminar o glúten da sua alimentação.

Então, vamos lá: na sua forma pura, o iogurte é livre de glúten.

“Entretanto, os aromatizantes e adoçantes usados nos iogurtes disponíveis comercialmente nem sempre são livres de glúten. Além disso, mesmo o iogurte natural que você compra em lojas pode estar sujeito à contaminação cruzada por glúten, que o torna perigoso para aqueles que têm doença celíaca ou a sensibilidade ao glúten não-celíaca”, afirmou a médica Jane Anderson.

Essa contaminação cruzada por glúten pode ocorrer quando um produto naturalmente sem glúten é fabricado, embalado ou armazenado nos mesmos equipamentos ou ambientes que produtos que contêm o glúten.

Portanto, se você não pode ou não quer ingerir o glúten, cheque a embalagem do iogurte antes de levar o produto para casa para conferir se ele realmente é livre da substância ou não.

Atenção

As marcas, tipos e porções do iogurte não foram submetidas a análises para descobrirmos o seu teor de carboidratos por porção, simplesmente reproduzimos as informações disponibilizadas na internet. Ou seja, os dados servem mais como uma estimativa.

Como cada marca pode apresentar variações em seus valores nutricionais, sempre cheque a tabela nutricional na embalagem do iogurte que você deseja comprar para conferir qual é o seu teor de carboidratos.

 

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/iogurte-tem-carboidrato-gluten-e-lactose-tipos-variacoes-e-dicas/#W5ysSluUuud6a4xQ.99

Entenda os benefícios medicinais do repolho!

Repolho custa pouco, dura muito e existe em todo lado. Na cura: limpa o sangue, melhora a digestão, umedece os intestinos e as vias respiratórias. Também embeleza a pele e cura feridas.

O consumo de repolho é uma das boas coisas que herdamos da cozinha europeia – repolho em salada, em conserva, em sopa, em tortas, em suco, enfim, repolho é bom de qualquer maneira e a nossa saúde agradecerá, sempre.

Repolho ajuda a eliminação de parasitas intestinais, desintoxica o fígado, o baço e até o pâncreas, limpa os intestinos e o cólon e, como acréscimo, a fermentação do repolho produz aquelas conhecidas boas bactérias que nós temos que preservar para uma saúde melhor.

Repolho é rico em vitaminas (C e E), cálcio e iodo, enxofre, fibras alimentares de ótima qualidade e muito mais. Confira tudo no próximo tópico.

Os Benefícios do Repolho

É um alimento muito nutritivo e funcional para nossa saúde, por conta de suas propriedades benéficas. Para se ter uma ideia essa verdura contém fibras, proteínas, vitaminas K, C, B6, A, E, ácido fólico, tiamina, riboflavina, ácido pantotênico, niacina, manganês, potássio, cálcio, ferro, fósforo, magnésio, sódio, cobre, potássio, selênio, zinco, sódio, cobre e antocianinas.

Tem ação probiótica

Devido ao efeito probiótico, o repolho promove a saúde e o bom funcionamento de todo o trato digestivo.

Combate o Alzheimer

Por conter vitamina K, um nutriente que protege os neurônios, o repolho contribui para a prevenção da doença de Alzheimer.

É anticancerígeno

O repolho possui capacidade antioxidante, devido à vitamina C, o manganês e as antocianinas, agentes oxidantes que protegem da ação dos radicais livres que podem provocar mutações no DNA das células do corpo, causando vários tipos de câncer.

Fortalece o sistema imunológico

Os repolhos, principalmente o do tipo roxo, é rico em vitamina C, ativando nossos anticorpos e, com isso, fortalecendo nossa imunidade.

Contribui para a manutenção da boa forma

Por ser pouco calórico e conter fibras que proporcionam saciedade, o repolho é uma boa alternativa para fazer parte do cardápio de dietas de emagrecimento.

Promove o bom funcionamento do coração

Por ser constituído de fibras, o repolho reduz o colesterol ruim ao estimular o fígado a retirá-lo do sangue para sintetização da bile, evitando assim o excesso de colesterol, uma das principais causas das doenças cardíacas.

O potássio contido no repolho, atua como vasodilatador, combatendo a hipertensão arterial.

 Melhora a saúde dos ossos

O cálcio e o fósforo, minerais contidos no repolho, são nutrientes importantes para a manutenção e saúde do sistema ósseo.

Outro mineral que faz parte do repolho, é o magnésio que estimula a calcitonina, hormônio responsável pela fixação do cálcio do sangue nos ossos, e pela conversão da vitamina D para absorção de cálcio pelo organismo.

Os benefícios proporcionados pelo repolho para a saúde óssea também são conferidos pela vitamina K, que atua em processos metabólicos e químicos que promovem a formação óssea.

Promove a beleza e a saúde da pele

Fonte de nutrientes antioxidantes, o repolho combate e retarda o aparecimento de rugas na pele, por impedir ação dos radicais livres, grandes causadores do envelhecimento precoce e degeneração celular.

 

Fonte: https://www.greenme.com.br/alimentar-se/alimentacao/4813-repolho-uso-medicinal

Receita de Pão de Couve-Flor Low Carb

O pão de couve-flor low carb é uma receita ideal para consumir no café da manhã ou para preparo de sanduíches ou outras delícias em uma dieta low carb. O pão fica muito saboroso e você pode adicionar os queijos da sua preferência para dar ainda mais sabor.

A couve-flor é o melhor alimento para substituir pães, purês e farináceos que são evitados por quem segue a dieta low carb. Por ser muito versátil, ele pode ser usado em diferentes preparos, inclusive para fazer uma versão de pão. Confira abaixo a receita, bom preparo e bom apetite!

Ingredientes:

  • 2 xícaras de chá de couve-flor cozida e processada;
  • 1 colher de sopa de cream cheese;
  • 2 ovos;
  • sal a gosto;
  • pimenta-do-reino a gosto.

Modo de preparo:

Cozinhe a couve-flor no vapor até que ela fique bem macia. Em seguida, passe pelo processador até ficar bem triturada.

Acrescente o cream cheese, os ovos e os temperos e bata novamente até obter uma massa homogênea.

Despeje a massa em uma forma e asse em forno médio preaquecido por 30 minutos ou até dourar. Sirva!

 

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/7-receitas-de-pao-de-couve-flor-low-carb/#K9Fot4iYJmpGkVdC.99

 

 

Ômega 3: saiba mais sobre seus benefícios.

O ômega 3 é classificado como um ácido graxo poli-insaturado, classe de substâncias conhecida também como PUFA (da sigla em inglês polyunsaturated fatty acids). O ômega 3 contém em sua composição substâncias como o ácido alfalinolênico (ALA), ácido eicosapentaenoico (EPA) e ácido docosahexaenoico (DHA).

 

O ALA é encontrado principalmente em alimentos de origem vegetal como nozes, linhaça e outras sementes comestíveis. Já o EPA e o DHA são os ácidos graxos do tipo ômega 3 facilmente encontrados em alimentos de origem animal como peixes gordurosos como o salmão, a truta e o atum, além de algas e fitoplâncton.

 

O DHA encontrado em óleos de peixe parece reduzir o tamanho de tumores e melhorar a eficácia de medicamentos quimioterápicos como a cisplatina, além de reduzir os seus efeitos colaterais. Isso é o que afirma um estudo realizado com animais por pesquisadores da Universidade de Mansoura, no Egito.

 

O ômega 3 também parece restringir o crescimento das células tumorais e até causar a autodestruição de células cancerígenas.

Especialistas acreditam que o ômega 3 pode reduzir inflamações no corpo e, assim, proteger o organismo contra o câncer, já que vários tipos da doença estão associados a inflamações crônicas como o câncer colorretal, o câncer de fígado, o câncer de pulmão e o câncer de próstata.

 

Os benefícios do ômega 3 comprovados pela ciência são inúmeros. Abaixo, você pode conferir alguns deles, que são benéficos não só para prevenir alguns tipos de câncer, como para beneficiar outras funções no nosso organismo.

 

Combate à depressão e à ansiedade

Diversos estudos mostram que o consumo regular de ômega 3 ajuda a reduzir a incidência dessas doenças e até a aliviar os sintomas de quem já sofre com elas. O EPA parece ser o principal responsável pela redução dos sintomas dessas doenças.

O ômega 3 nunca deve substituir um medicamento prescrito para depressão ou ansiedade, mas seu uso pode ser um complemento ao tratamento, já que grande parte do nosso cérebro é composto por gorduras boas como o ômega 3. Assim, esse ácido graxo atua como um nutriente essencial que fortalece as estruturas cerebrais, melhorando as conexões neurais e reduzindo os sintomas depressivos.

 

Saúde do cérebro

Além de ajudar a tratar a depressão, o ômega 3 é essencial para o desenvolvimento do cérebro e da saúde ocular de bebês. Por isso, as gestantes precisam garantir a ingestão adequada desse nutriente.

De acordo com vários estudos, mulheres que ingerem ômega 3 durante a gravidez têm crianças mais inteligentes, mais comunicativas e com menos problemas comportamentais, de desenvolvimento ou doenças como transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, autismo e paralisia cerebral.

Alívio de sintomas da síndrome metabólica

A síndrome metabólica é uma doença é caracterizada por várias condições que afetam o metabolismo e que aumentam o risco de desenvolver outras doenças como a diabetes e doenças cardíacas.

Pesquisas têm demonstrado que o ômega 3 é capaz de reduzir a resistência à insulina e a inflamação no organismo, além de diminuir o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Combate à inflamação

Processo inflamatórios ocorrem o tempo todo no nosso corpo para reparar danos e combater infecções que eventualmente afetam nosso organismo. No entanto, inflamações em excesso podem resultar no desenvolvimento de doenças crônicas como as doenças cardíacas e alguns tipos de câncer.

Estudos mostram que ácidos graxos do tipo ômega 3 ajudam a reduzir a produção de compostos associados à inflamação, reduzindo a incidência de processos inflamatórios no corpo.

Combate a doenças autoimunes

O ômega 3 ajuda a combater algumas doenças autoimunes como a diabetes do tipo 1 e a esclerose múltipla, em que o sistema imunológico confunde células saudáveis com células nocivas e ataca o próprio organismo.

Também há pesquisas que indicam que o ômega 3 pode ser usado para o tratamento de doenças como o lúpus, a artrite reumatoide, a colite ulcerativa, a psoríase e a doença de Crohn.

Combate a doenças neurodegenerativas

O ômega 3 ajuda a reduzir o declínio da função cerebral com o avanço da idade, além de diminuir o risco de desenvolver doenças neurodegenerativas como o mal de Alzheimer e a demência.

Segundo estudo de 2014 publicado no periódico científico American Journal of Preventive Medicine, pessoas que comem peixes gordurosos tendem a apresentar mais massa cinzenta no cérebro. Essa massa compõe o tecido cerebral responsável por processar informações, memórias e emoções, reduzindo o declínio dessas funções tão importantes na nossa vida.

Saúde dos ossos e das articulações

Pesquisas sugerem que o consumo de ômega 3 pode ajudar a aumentar a força óssea e melhorar a absorção de cálcio, o que reduz o risco de desenvolver osteoporose, por exemplo.

O ácido graxo ômega 3 também pode auxiliar pessoas com artrite, já que a ingestão desse nutriente ajuda a combater a inflamação, reduzindo a dor e a rigidez nas articulações.

Pele saudável

O teor antioxidante e anti-inflamatório do ômega 3 ajuda a proteger a pele contra danos causados por radicais livres devido ao estresse oxidativo ou à exposição sem proteção à poluição ou à radiação ultravioleta do sol. A proteção anti-inflamatória também ajuda a combater inflamações na pele como a acne.

Além disso, o ômega 3 é responsável pela saúde de membranas celulares presentes na pele que ajudam a deixar a pele macia, hidratada, flexível e livre de rugas e marcas associadas ao envelhecimento.

 

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/omega-3-para-cancer-beneficios-estudos-e-dicas/

 

 

Carboidratos: é possível viver sem?

Você pode reduzir bastante a ingestão de carboidratos – com efeitos colaterais positivos e negativos, mas eliminar todos os carboidratos não é uma solução alimentar segura. Você pode, no entanto, viver bem sem certas formas de carboidratos, como o açúcar.

 

Finalidade dos carboidratos

Os carboidratos são a forma preferida de energia do seu corpo para os músculos, o sistema nervoso e o metabolismo, embora de vez em quando a proteína faça suas vezes – apesar de aumentar o estresse nos rins, pois os subprodutos são excretados na urina.

Quando você ingere carboidratos, seu corpo os divide em partes menores de açúcar e os transporta através da corrente sanguínea para tecidos e órgãos onde são usados como energia. A glicose, um dos açúcares nos quais os carboidratos se transformam, é essencial para o sistema nervoso central.

 

Efeitos colaterais de poucos carboidratos

Reduzir os carboidratos pode ter benefícios quando se trata de perda de peso – um estudo publicado em 2014 em Nutrition, Metabolism and Cardiovascular Disease determinou que dietas low carb diminuem o peso corporal e reduzem os fatores de risco para doenças cardiovasculares.

Sem a glicose que os carboidratos fornecem, de acordo com a Extensão da Universidade Estadual de Iowa, você pode se sentir fraco, com tontura e sentir hipoglicemia – baixa de açúcar no sangue. Você também pode ter uma baixa no desempenho físico, bem como fadiga mental e física.

 

Qual é então o limite para a ingestão de carboidratos?

As diretrizes dietéticas sugerem a ingestão de pelo menos 45% a 65% de suas calorias provenientes de carboidratos. Em uma dieta de 2.000 calorias, isso equivale a 225 a 325 gramas de carboidratos por dia, já que cada grama de carboidratos fornece 4 calorias.

Você pode cortar carboidratos simples, como o açúcar, sem efeitos colaterais, enquanto ainda consome carboidratos complexos na forma de vegetais ou grãos integrais.

 

fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/seria-possivel-viver-sem-carboidratos-na-dieta/#s36MMvDYXHFUoATH.99

 

6 Receitas de Suco de Kefir

O kefir de água é um probiótico muito saudável que ajuda a combater a síndrome do intestino irritável, ajuda no sistema imunológico, reduz o processo de envelhecimento e ajuda a regular pressão sanguínea.

Abaixo estão algumas receitas de suco de kefir para você se deliciar e se beneficiar de todas suas propriedades. As receitas são simples, basta colocar o kefir líquido e um suco de frutas em uma garrafa e deixar em temperatura ambiente para que o Kefir consuma o açúcar e fermente. Depois de pronto, leve para geladeira e beba. Confira!

1- Receita de suco de kefir de laranja

Ingredientes:

  • 250 ml de água de kefir;
  • 50 ml de suco laranja;
  • 2 colheres de sopa de açúcar mascavo.

Modo de preparo:
Coloque o suco de laranja dentro de uma garrafa de plástico, adicione o açúcar. Misture bem. Agora acrescente o kefir de água já fermentado e misture novamente. Agite um pouco a garrafa, tampe e leve para fermentar por 24 horas. Depois desse período, leve para gelar e sirva.

2- Receita de suco de kefir de morango

Ingredientes:

  • 250 ml de água de kefir;
  • 1 xícara de morango batido;
  • 2 colheres de sopa de açúcar.

Modo de preparo:

Coloque o suco de morango dentro de uma garrafa de plástico, adicione o açúcar. Misture bem. Agora acrescente o kefir de água já fermentado e misture novamente. Agite um pouco a garrafa, tampe e leve para fermentar por 24 horas. Depois desse período, leve para gelar e sirva.

 

3- Receita de suco de kefir detox

Ingredientes:

  • 1 folha de couve;
  • 2 colheres de sopa de salsa picada;
  • suco fresco de 1 limão médio;
  • 1 copo de 200 ml de kefir de água;
  • 2 colheres de açúcar demerara.

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador, exceto o kefir. Misture o suco detox com o kefir, adicione açúcar e deixe fermentar por 24 horas tampado. Depois disso, leve para gelar e sirva.

 

4- Receita de suco de kefir de limão

Ingredientes:

  • 250 ml de água de kefir;
  • 50 ml de suco de limão;
  • 2 colheres de sopa de açúcar mascavo.

Modo de preparo:

Coloque o suco de limão dentro de uma garrafa de plástico, adicione o açúcar. Misture bem. Agora acrescente o kefir de água já fermentado e misture novamente. Agite um pouco a garrafa, tampe e leve para fermentar por 24 horas. Depois desse período, leve para gelar e sirva.

 

5- Receita de suco de kefir de maçã

Ingredientes:

  • 250 ml de água de kefir;
  • 50 ml de suco de maçã;
  • 2 colheres de sopa de açúcar refinado.

Modo de preparo:

Coloque o suco de maçã natural dentro de uma garrafa de plástico, adicione o açúcar. Misture bem. Agora acrescente o kefir de água já fermentado e misture novamente. Agite um pouco a garrafa, tampe e leve para fermentar por 24 horas. Depois desse período, leve para gelar e sirva.

 

6 – Receita de suco de kefir de frutas vermelhas

Ingredientes:

  • 250 ml de água de kefir;
  • 1 xícara de frutas vermelhas;
  • 2 colheres de sopa de açúcar.

Modo de preparo:

Bata as frutas vermelhas no liquidificador. Coloque o suco de frutas vermelhas dentro de uma garrafa de plástico, adicione o açúcar. Misture bem. Agora acrescente o kefir de água já fermentado e misture novamente. Agite um pouco a garrafa, tampe e leve para fermentar por 24 horas. Depois desse período, leve para gelar e sirva.

 

fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/receitas-de-suco-de-kefir/

 

Inhame: o alimento que é aliado das mulheres

O Inhame tem inúmeros benefícios ao organismo feminino e só para listar alguns temos: ameniza cólicas menstruais e outros sintomas da TPM, reforça as defesas do organismo e estimula a libido. O inhame ainda tem ação anti-inflamatória e, por isso, deixa o corpo menos suscetível a acumular líquido e toxinas. Isso significa tirar da frente a gordura extra acumulada na cintura.

Não só isso. “Acredita-se que o consumo regular de inhame estimule a produção de mais de um óvulo por ciclo reprodutivo“, informam Pedro Accioly de Sá e José Lopes Filho no livro Inhame – O Nordeste Fértil (Ed. Ufal ­- Universidade Federal de Alagoas). Civilizações antigas, como os maias e os astecas, pareciam já saber disso. Eles incentivavam as mulheres a incluir o tubérculo na alimentação para que se tornassem mais férteis.

Mas o que mais chama atenção dos especialistas é a capacidade de o tubérculo equilibrar os níveis de progesterona. E, com isso, amenizar os sintomas da TPM (cólica, irritação, ansiedade) e da menopausa (ondas de calor, secura vaginal), além de reduzir o risco de perda óssea.

O poder anti-inflamatório do inhame também vem daí: a progesterona impede que hormônios favoráveis ao acúmulo de toxinas – e, consequentemente, à inflamação das células e do organismo em geral – entrem em ação.

Quanto consumir para obter os benefícios? Uma porção, no mínimo três vezes por semana, é o suficiente para começar a sentir os seus efeitos. Mas, por ser fonte de carboidrato, deve substituir o pão no café da manhã ou o arroz no almoço ou jantar.

Fique tranquila em relação à balança, diferentemente da batata, o inhame tem índice glicêmico baixo e, por isso, oferece um risco 50% menor de elevar o açúcar no sangue. Ou seja, o alimento evita picos de insulina e, consequentemente, um menor risco de engordar.

Fonte: https://boaforma.abril.com.br/nutricao/inhame-alimento-aliado-das-mulheres/

Quais alimentos contém glúten? Veja lista com aqueles que celíacos devem evitar

Pessoas celíacas são aquelas que possuem intolerância ou alergia ao glúten, que nada mais é do que uma mistura de proteínas presente em diversos alimentos que consumimos no dia a dia. E é exatamente por ela ser tão comum que pessoas que não podem consumi-la, em geral, levam marmitas para todos os lugares, pois só assim terão a certeza de que não vão ingerir algo perigoso para a sua saúde. Mas afinal, o que celíacos podem ou não comer? A lista é grande, e por isso é mais fácil tentar memorizar somente os alimentos que fazem parte de uma mesma categoria.
Saiba quais deles devem ser evitados:
Pães, massas, biscoitos e outros alimentos com farinha
O glúten se encontra no tecido vegetal do trigo, da cevada, do centeio e do malte, e é por isso que esses alimentos devem ser evitados a qualquer custo. O problema é que eles estão em mais lugares do que você imagina. Para começar, é preciso cortar pães, massas e biscoitos, já que todos eles possuem a farinha como um de seus ingredientes principais. Afinal, em geral a que consumimos é justamente a feita com trigo, que é um dos ingredientes proibidos para celíacos. Mas existe farinha sem glúten? Sim! Mas para ter certeza que ela foi a utilizada o ideal é preparar o alimento em casa.
Condimentos e temperos industrializados
Tudo bem que eles ajudam a dar mais sabor a um alimento, mas de uma forma geral condimentos e temperos industrializados também devem ser evitados. Isso inclui, por exemplo, o molho shoyo e o curry em pó. Isso porque é bem comum que grandes fábricas utilizem produtos com glúten na composição de seus produtos. Aqui o ideal é dar preferência a temperos mais naturais, como pimenta e orégano.
Cereais
Pois é, celíacos não podem comer nem uma barrinha de cereais. Isso porque os cereais nada mais são do que um grupo que engloba mais de 6 mil espécies de plantas, e entre elas temos justamente o trigo, a cevada, o centeio e o malte. Lembrando que esses três grãos não são os únicos que possuem glúten. Inclusive, o conjunto de proteínas está presente em cereais de uma maneira geral, então, a não ser que a embalagem afirme que o produto não o contém, é melhor não arriscar.
Sopas desidratadas
Além de serem industrializadas, as sopas desidratadas utilizam em sua composição justamente cereais, e por isso devem passar longe dos celíacos. De qualquer maneira, quem é fã de sopas de uma forma geral deve sempre dar preferência àquelas preparadas com alimentos orgânicos. Lembrando que legumes estão liberados em qualquer dieta livre de glúten.
Bolos e tortas em geral
Tudo bem que nós já mencionamos que é preciso cortar a farinha, mas não custa nada reforçar. Esse ingrediente, que em geral é feito a partir do trigo, é um verdadeiro veneno para celíacos. Portanto, festas, especialmente as infantis, são um perigo, já que bolos, tortas e docinhos em geral estão completamente proibidos. O melhor é optar pelo chocolate meio amargo ou então por sobremesas que utilizem a alfarroba no lugar do achocolatado.
Derivados de leite com aveia
Celíacos podem comer aveia? Não. Embora seja um cereal que não contém glúten, em geral ela é cultivada em solos que tiverem contato com outros alimentos em que ele está presente, e por isso seu uso deve ser evitado. E mesmo a lactose não sendo um problema, há muitos derivados de leite que possuem aveia em sua composição, como iogurtes, o que faz com que esse produto também precise ser deixado de lado. Aliás, o queijo em si também não possui glúten, mas pode estar contaminado, e por isso é bom ter certeza que ele não conta com esse conjunto de proteínas. E mesmo parecendo incoerente, o leite de aveia é indicado a celíacos, pois não teve contato com produtos proibidos.
O que celíacos podem comer?
De uma forma geral é importante verificar se a embalagem do produto indica que ele realmente não possui glúten – atenção para embalagens de produtos que indicam que é possível a existência de “traços” da substância! Isso porque, muitas vezes, os que teoricamente não contariam com a substância ainda assim a possuem devido a uma contaminação nas fábricas. Já legumes, verduras, frutas, carnes, peixes, sal, açúcares e óleos em geral podem ser incluídos na dieta celíaca.

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