Como escolher um chocolate mais saudável?

Dois chocolates com igual porcentagem de cacau podem não ter a mesma concentração de bons nutrientes. Depende dos ingredientes de cada tablete. Tem chocolate amargo com apenas cacau e açúcar (2 ingredientes), tem outros com cacau, açúcar e manteiga de cacau (ou seja, 3 ingredientes) e tem outros com mais de 4. E isso afeta a quantidade de nutrientes, e consequentemente o quanto saudável é o produto.

O cacau é um fruto, que contém grãos (ou amêndoas) no seu interior. Estes grãos são fermentados, secos e torrados, e depois são quebrados para a retirada da casca. O que sobra é o miolo no grão, que é sólido e é chamado de nib de cacau. É com ele que se faz o chocolate. Os nibs de cacau são ricos em minerais, vitaminas e flavonóides, um antioxidante que ajuda na prevenção de doenças e do envelhecimento. Por isso o cacau é considerado um super alimento (ou super-food). No entanto, os nibs também são ricos em gordura, a manteiga de cacau.

Em média, 50% da composição dos nibs é manteiga de cacau, uma gordura saturada. Esta porcentagem pode variar para mais ou para menos, dependendo da origem e da safra do fruto, mas, pelo que li em vários artigos e livros, esse é um número realista. A manteiga de cacau é responsável pelo derretimento gostoso do chocolate e por espalhar o sabor na boca. Isso porque ela é a única gordura que se liquefaz a uma temperatura próxima da do corpo humano. Então ela tem o lado bom de deixar o chocolate macio, mas tem o lado ruim de ser uma gordura, o que implica em muitas calorias.

Nibs de cacau = manteiga de cacau + torta de cacau (ou “cacau em pó”)

Vamos aos números!

Pense em um chocolate feito só com “cacau e açúcar”, por exemplo na proporção de 70% para 30% respectivamente. A gente nunca sabe a verdadeira concentração de manteiga num cacau (nem os fabricantes sabem, pois varia com a safra, a origem do fruto, etc), mas vamos usar a média normal de 50% de gordura. Dos 70% de cacau, metade é gordura. Esse chocolate vai ter 35% de manteiga,  35% de  “cacau em pó” e  30% de açúcar. Ou seja, 35% de material realmente nutritivo, rico em substâncias importantes para o corpo humano.

Como escolher o mais saudável?

Desculpe o balde de água fria. A verdade é dura: se você quer comer só comida saudável ou de baixas calorias, adeus chocolate gostoso. Cacau em pó é super saudável, mas definitivamente não é chocolate. Boa sorte com espinafre, quinoa e companhia.

Se você não for muito radical, dá para incluir sem problemas o chocolate na sua alimentação. Afinal de contas, que graça tem uma vida sem um docinho gostoso de vez em quando ? É só ficar atento às informações da embalagem da marca de sua confiança e consumir com moderação.

Os chocolates mais saudáveis têm:

  • poucos ingredientes (ideal são apenas 2);
  • maior teor de cacau (portanto os amargos, acima de 70%);
  • maior teor de massa de cacau (cacau ou massa de cacau deve ser o primeiro na lista de ingredientes)
  • menor teor de gordura e que seja só proveniente da manteiga de cacau;
  • nada de ingredientes artificiais.

Isso quer dizer que você vai parar de comer outros chocolates? Não. Nem sempre o que importa são os ingredientes. Mas agora você tem mais informações para escolher o que e quanto consumir de chocolates, sem estragar sua rotina alimentar, seja ela qual for.

Fonte: https://chocolatrasonline.com.br/como-escolher-o-chocolate-mais-saudavel/

Iogurte: saiba mais sobre este alimento delicioso!

Não é uma delícia saborear um iogurte no café da manhã ou nos lanchinhos que fazemos quando a fome bate nos intervalos entre as refeições? Mas enquanto você aprecia o seu iogurte acompanhado de aveia, granola ou frutas, já parou para pensar a respeito da composição do alimento? Se você não restringe nenhum nutriente na sua dieta, pode ser que nunca tenha pensado se o iogurte tem carboidrato, glúten ou lactose.

Mas será que o iogurte pode ser consumido livremente pelas pessoas que aderem a uma dieta low carb, por exemplo, ou uma dieta sem glúten ou lactose?

O iogurte tem carboidrato?

Você provavelmente já sabe que os carboidratos constituem uma das principais fontes de energia para o nosso organismo. Entretanto, o nutriente é evitado ou restringido nas refeições das pessoas que seguem a chamada dieta low carb, que pode ser aderida por questões de saúde ou como uma estratégia para estimular a diminuição do peso corporal.

Para todas essas pessoas, vale a pena saber se o iogurte tem carboidrato e a quantidade em gramas do nutriente que pode ser encontrada em diferentes tipos, porções e variações do produto antes de inseri-lo nas refeições, não é mesmo?

De acordo com o PhD em nutrição Atil Arnarson, podemos sim encontrar os carboidratos na composição do iogurte.

Arnarson explicou que os carboidratos do produto costumam aparecer na forma do açúcar natural do leite e do açúcar adicionado que muitas marcas adicionam em seus iogurtes.

Será que o iogurte tem lactose?

Como já vimos acima, parte dos carboidratos do iogurte aparece na forma do açúcar natural do leite. Pois bem, esse açúcar natural do leite é justamente a lactose.

O conteúdo de lactose do iogurte é mais baixo do que o do leite. Isso porque a fermentação bacteriana no iogurte resulta na decomposição da lactose. Quando a lactose é decomposta, ela forma a galactose e a glicose. Entretanto, é possível encontrar versões sem lactose de iogurte de diversas marcas disponíveis no mercado.

E será que o iogurte tem glúten?

Já vimos se o iogurte tem carboidrato e se ele possui lactose em sua composição. Mas será que também encontramos o glúten no produto?

Conhecer essa informação é importante para quem tem problemas de saúde que impedem a ingestão da substância e para aquelas pessoas que decidiram eliminar o glúten da sua alimentação.

Então, vamos lá: na sua forma pura, o iogurte é livre de glúten.

“Entretanto, os aromatizantes e adoçantes usados nos iogurtes disponíveis comercialmente nem sempre são livres de glúten. Além disso, mesmo o iogurte natural que você compra em lojas pode estar sujeito à contaminação cruzada por glúten, que o torna perigoso para aqueles que têm doença celíaca ou a sensibilidade ao glúten não-celíaca”, afirmou a médica Jane Anderson.

Essa contaminação cruzada por glúten pode ocorrer quando um produto naturalmente sem glúten é fabricado, embalado ou armazenado nos mesmos equipamentos ou ambientes que produtos que contêm o glúten.

Portanto, se você não pode ou não quer ingerir o glúten, cheque a embalagem do iogurte antes de levar o produto para casa para conferir se ele realmente é livre da substância ou não.

Atenção

As marcas, tipos e porções do iogurte não foram submetidas a análises para descobrirmos o seu teor de carboidratos por porção, simplesmente reproduzimos as informações disponibilizadas na internet. Ou seja, os dados servem mais como uma estimativa.

Como cada marca pode apresentar variações em seus valores nutricionais, sempre cheque a tabela nutricional na embalagem do iogurte que você deseja comprar para conferir qual é o seu teor de carboidratos.

 

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/iogurte-tem-carboidrato-gluten-e-lactose-tipos-variacoes-e-dicas/#W5ysSluUuud6a4xQ.99

10 Alimentos Veganos ricos em proteínas

Uma dieta vegana pode estar relacionada a uma preocupação com o bem-estar e saúde geral, razões religiosas e também com a preservação dos animais. No entanto, uma preocupação comum entre pessoas que adotam esse estilo alimentar é que elas podem não obter proteína suficiente na dieta.

Academy of Nutrition and Dietetics (Academia de Nutrição e Dietética) afirmou em 2016 que uma dieta vegana pode sim fornecer todas as necessidades nutricionais, tanto para adultos quando para crianças. No entanto, é necessário um planejamento antecipado para garantir o consumo ideal de proteínas, cálcio, ferro e vitamina B12, comum nas dietas que contém alimentos de origem animal.

Para ajudar a planejar as suas refeições e garantir que os alimentos veganos ricos em proteínas estejam presentes, listaremos aqui as melhores opções para a sua dieta.

Importância da proteína para a saúde

A proteína é um macronutriente essencial para a nossa saúde. Por exemplo, o cabelo e as unhas são feitos principalmente de proteína, o corpo usa para construir e reparar tecidos e também para produzir enzimas, hormônios e outros produtos químicos corporais. Além disso, a proteína é fundamental para a construção de ossos, músculos, cartilagens, pele e sangue, o que significa que sem ela, as nossas funções vitais estariam comprometidas e não seriamos capazes de nos sustentar.

Alimentos veganos ricos em proteínas

Alguns alimentos veganos podem ser excelentes fontes de proteína e também de outros nutrientes, e na maioria das vezes contêm menos calorias do que os produtos de origem animal. Confira os melhores alimentos veganos e sua quantidade de proteínas por porção.

1. Tofu, tempeh e edamame

A soja é uma das fontes mais ricas de proteína vegetal e por esse motivo os seus produtos são uma escolha comum na dieta dos veganos. No entanto, a quantidade de proteína pode variar de acordo com a forma de preparar.

2. Seitan

Seitan é feito de glúten, a principal proteína do trigo e que pode ser encontrado também na cevada. Sua textura e aparência ficam muito semelhantes à carne quando cozida, por esse motivo é conhecido também como como carne de trigo ou de glúten.

3. Lentilhas

As lentilhas são saborosas, ótimas adições para saladas frescas e sopas e também uma ótima fonte de proteínas. As lentilhas também carregam boas quantidades de carboidratos complexos, que são digeridos lentamente, e de fibras, pois um copo de 240 ml atende aproximadamente 50% da quantidade diária recomendada.

 

4. Feijão e grão-de-bico

A maioria das variedades de feijão carrega quantidades elevadas de proteína por porção. O grão-de-bico é outra leguminosa que contém um alto teor de proteína.

5. Levedura nutricional

A levedura nutricional é uma cepa desativada da levedura Saccharomyces cerevisiae, e ela é encontrada como um pó de cor amarela ou em flocos. Seu sabor é semelhante ao do queijo, e por esse motivo muitas pessoas adicionam ao tofu, ao purê de batatas ou polvilham em cima de pratos de massa ou até mesmo como uma cobertura da pipoca.

6. Teff e espelta

Tanto a espelta quanto teff são alimentos veganos que fazem parte de uma categoria de grãos antigos, como o einkorn, cevada, sorgo e farro. A espelta é um tipo de trigo e sua composição contém glúten, o que significa que ele não é recomendado para portadores de doença celíaca ou sensibilidade ao glúten. Pessoas que sofrem com essa condição devem optar por consumir o teff, que é livre de glúten.

7. Semente de cânhamo

A semente de cânhamo provém da planta Cannabis sativa, que pertence à mesma família da planta de maconha. Embora exista um parentesco, a semente de cânhamo contém uma concentração irrelevante de THC (tetrahydrocannabinol), um composto que produz os efeitos da droga.

 

8. Sementes de chia

As sementes de chia são derivadas da planta Salvia hispanica e têm um gosto suave. Elas são capazes de absorver água e transformam-se em uma substância semelhante a um gel e isso permite que ela seja adicionada a diversas receitas, sem contar que esse efeito ajuda a “encher” e também a te deixar mais saciado.

9. Nozes e sementes

As nozes e sementes são excelentes alimentos veganos para o lanche entre as refeições e contribuem com fibras e gorduras saudáveis, ferro, cálcio, magnésio, selênio, fósforo, vitamina E e algumas vitaminas do complexo B. Além disso, elas também contêm antioxidantes, e outros compostos vegetais importantes para a saúde.

10. Aveia

A aveia é um alimento que faz parte do café da manhã de muitas pessoas. Seja polvilhada nas frutas ou até mesmo preparada como um mingau, a aveia é uma prática e saborosa maneira de adicionar proteína a qualquer dieta.

 

 

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/16-alimentos-veganos-ricos-em-proteinas/#zMlC6rmvVbu6JiXw.99

 

Entenda os benefícios medicinais do repolho!

Repolho custa pouco, dura muito e existe em todo lado. Na cura: limpa o sangue, melhora a digestão, umedece os intestinos e as vias respiratórias. Também embeleza a pele e cura feridas.

O consumo de repolho é uma das boas coisas que herdamos da cozinha europeia – repolho em salada, em conserva, em sopa, em tortas, em suco, enfim, repolho é bom de qualquer maneira e a nossa saúde agradecerá, sempre.

Repolho ajuda a eliminação de parasitas intestinais, desintoxica o fígado, o baço e até o pâncreas, limpa os intestinos e o cólon e, como acréscimo, a fermentação do repolho produz aquelas conhecidas boas bactérias que nós temos que preservar para uma saúde melhor.

Repolho é rico em vitaminas (C e E), cálcio e iodo, enxofre, fibras alimentares de ótima qualidade e muito mais. Confira tudo no próximo tópico.

Os Benefícios do Repolho

É um alimento muito nutritivo e funcional para nossa saúde, por conta de suas propriedades benéficas. Para se ter uma ideia essa verdura contém fibras, proteínas, vitaminas K, C, B6, A, E, ácido fólico, tiamina, riboflavina, ácido pantotênico, niacina, manganês, potássio, cálcio, ferro, fósforo, magnésio, sódio, cobre, potássio, selênio, zinco, sódio, cobre e antocianinas.

Tem ação probiótica

Devido ao efeito probiótico, o repolho promove a saúde e o bom funcionamento de todo o trato digestivo.

Combate o Alzheimer

Por conter vitamina K, um nutriente que protege os neurônios, o repolho contribui para a prevenção da doença de Alzheimer.

É anticancerígeno

O repolho possui capacidade antioxidante, devido à vitamina C, o manganês e as antocianinas, agentes oxidantes que protegem da ação dos radicais livres que podem provocar mutações no DNA das células do corpo, causando vários tipos de câncer.

Fortalece o sistema imunológico

Os repolhos, principalmente o do tipo roxo, é rico em vitamina C, ativando nossos anticorpos e, com isso, fortalecendo nossa imunidade.

Contribui para a manutenção da boa forma

Por ser pouco calórico e conter fibras que proporcionam saciedade, o repolho é uma boa alternativa para fazer parte do cardápio de dietas de emagrecimento.

Promove o bom funcionamento do coração

Por ser constituído de fibras, o repolho reduz o colesterol ruim ao estimular o fígado a retirá-lo do sangue para sintetização da bile, evitando assim o excesso de colesterol, uma das principais causas das doenças cardíacas.

O potássio contido no repolho, atua como vasodilatador, combatendo a hipertensão arterial.

 Melhora a saúde dos ossos

O cálcio e o fósforo, minerais contidos no repolho, são nutrientes importantes para a manutenção e saúde do sistema ósseo.

Outro mineral que faz parte do repolho, é o magnésio que estimula a calcitonina, hormônio responsável pela fixação do cálcio do sangue nos ossos, e pela conversão da vitamina D para absorção de cálcio pelo organismo.

Os benefícios proporcionados pelo repolho para a saúde óssea também são conferidos pela vitamina K, que atua em processos metabólicos e químicos que promovem a formação óssea.

Promove a beleza e a saúde da pele

Fonte de nutrientes antioxidantes, o repolho combate e retarda o aparecimento de rugas na pele, por impedir ação dos radicais livres, grandes causadores do envelhecimento precoce e degeneração celular.

 

Fonte: https://www.greenme.com.br/alimentar-se/alimentacao/4813-repolho-uso-medicinal

Opções fáceis de lanche low carb

Para dar aquela forcinha para quem segue uma alimentação com baixo teor de carboidratos, traz no nosso artigo de hoje algumas opções de lanche low carb.

Entretanto, antes de chegarmos a eles, lembramos que é fundamental para qualquer pessoa seguir uma dieta low carb com o acompanhamento do médico e do nutricionista para evitar prejudicar a própria saúde.

Vamos conhecer então algumas opções de lanche low carb?

1. Abacate com torrada de centeio

Ingredientes:

  • ¼ de abacate;
  • 1 tomate cereja fatiado;
  • Um fio de azeite;
  • Sal marinho;
  • Uma pitada de Dill;
  • Pimenta do reino moida a gosto.

Nossa sugestão fica assim: amassar ¼ de abacate com os temperos (azeite, sal, dill e pimenta do reino). Passar em uma torradinha de centeio e colocar as fatias de tomate cereja por cima.

2. Iogurte com pepino

Ingredientes:

  • 100 gr de iogrte grego light;
  • Azeite a gosto;
  • Sal;
  • Suco de 1/2 limao;
  • 1 pepino em tiras (palitos).

A sugestão é combinar o iogurte grego com o suco de limao, sal e azeite. E molhar o pepino nessa pastinha. Será que a mistura fica saborosa? Só testando para saber!

3. Sanduíche de peito de peru com alface sem pão

A ideia aqui é pegar duas fatias de peito de peru defumado, rechear com uma folha média de alface picadinha e uma colher de sopa de mostarda e fazer um sanduíche enroladinho.

 

4. Mix de nozes, amêndoas e pistaches

A sugestão aqui é colocar 30 g de nozes sem casca, 15 g de amêndoas torradas e salgadas 15 g de pistache em um potinho para comer na hora em que a fome bater entre uma refeição principal e outra.

 

5. Tomate recheado com atum

Outra dica de lanche low carb é rechear um tomate – a gente sugere que seja uma unidade grande do alimento – com cerca de 90 g de atum enlatado e uma colher de sopa de creme de leite light.

 

Fonte:  https://www.mundoboaforma.com.br/11-opcoes-de-lanche-low-carb/#Ed13b5JwWXeR4B8w.99

Carboidratos: é possível viver sem?

Você pode reduzir bastante a ingestão de carboidratos – com efeitos colaterais positivos e negativos, mas eliminar todos os carboidratos não é uma solução alimentar segura. Você pode, no entanto, viver bem sem certas formas de carboidratos, como o açúcar.

 

Finalidade dos carboidratos

Os carboidratos são a forma preferida de energia do seu corpo para os músculos, o sistema nervoso e o metabolismo, embora de vez em quando a proteína faça suas vezes – apesar de aumentar o estresse nos rins, pois os subprodutos são excretados na urina.

Quando você ingere carboidratos, seu corpo os divide em partes menores de açúcar e os transporta através da corrente sanguínea para tecidos e órgãos onde são usados como energia. A glicose, um dos açúcares nos quais os carboidratos se transformam, é essencial para o sistema nervoso central.

 

Efeitos colaterais de poucos carboidratos

Reduzir os carboidratos pode ter benefícios quando se trata de perda de peso – um estudo publicado em 2014 em Nutrition, Metabolism and Cardiovascular Disease determinou que dietas low carb diminuem o peso corporal e reduzem os fatores de risco para doenças cardiovasculares.

Sem a glicose que os carboidratos fornecem, de acordo com a Extensão da Universidade Estadual de Iowa, você pode se sentir fraco, com tontura e sentir hipoglicemia – baixa de açúcar no sangue. Você também pode ter uma baixa no desempenho físico, bem como fadiga mental e física.

 

Qual é então o limite para a ingestão de carboidratos?

As diretrizes dietéticas sugerem a ingestão de pelo menos 45% a 65% de suas calorias provenientes de carboidratos. Em uma dieta de 2.000 calorias, isso equivale a 225 a 325 gramas de carboidratos por dia, já que cada grama de carboidratos fornece 4 calorias.

Você pode cortar carboidratos simples, como o açúcar, sem efeitos colaterais, enquanto ainda consome carboidratos complexos na forma de vegetais ou grãos integrais.

 

fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/seria-possivel-viver-sem-carboidratos-na-dieta/#s36MMvDYXHFUoATH.99

 

Reeducação Alimentar: Dicas de como começar

A reeducação alimentar é um processo que tem o objetivo de mudar os hábitos alimentares. A principal finalidade é comer de forma correta e saudável, diminuindo ao máximo a ingestão de alimentos pobres em nutrientes por aqueles que oferecem vitaminas, minerais e outros componentes necessários para o seu organismo funcionar corretamente, além de transformar essas trocas inteligentes em hábitos presentes na sua rotina diária.

Mas isso não significa que você vai eliminar definitivamente alguns alimentos que tanto gosta, e sim que você fará a sua ingestão de forma consciente e equilibrada, eliminando os excessos.

A reeducação alimentar pode ser realizada para perder peso, controlar o colesterol, níveis glicêmicos ou até mesmo prevenir algumas doenças. Porém, independente do seu objetivo, o principal ganho de seguir uma alimentação mais equilibrada e nutritiva será a saúde e qualidade de vida.

Como começar?

Iniciar um processo de reeducação alimentar nem sempre é fácil, pois requer mudanças.  No entanto, essa etapa não precisa ser complicada, pelo contrário, uma alimentação mais saudável pode ser simples, barata e fácil de realizar.

 

  1. Realize a mudança de forma gradativa

Quando o assunto é reeducação alimentar, a chave para obter sucesso pode ser a mudança gradual. Incorporar novos hábitos com calma e devagar costuma ser mais eficaz, e antes que você perceba, estará comendo de forma mais saudável e perdendo peso. Conforme os novos hábitos se tornam uma rotina, o seu paladar, assim como as suas preferências alimentares, mudam.

  1. Torne-se mais consciente

Prestar mais atenção ao que você está comendo e bebendo é um dos primeiros passos para a reeducação alimentar. Comece a ler os rótulos dos produtos que você compra, para analisar a composição, observe quais ingredientes você está ingerindo e que tipo de nutrientes o alimento oferece para o seu corpo.

Quando você tornar a alimentação mais consciente, começará naturalmente a fazer mudanças importantes na dieta. Uma sugestão é manter um diário alimentar, assim você será capaz de analisar tudo o que está ingerindo.

  1. Programe as suas refeições

Programar as refeições é um excelente caminho para não cair em determinadas armadilhas. Tenha em mente quais alimentos que vai consumir e deixe-os preparados e disponíveis, assim evitará comer algo que não deve quando está com fome. Mantenha alimentos saudáveis ​​em locais de fácil acesso e visibilidade, tanto em casa quanto no local de trabalho.

Por exemplo, mantenha frutas em locais visíveis, prepare lanches saudáveis ​​com grãos integrais e vegetais frescos e deixe armazenados na geladeira, leve para o trabalho nozes, amêndoas, pistaches, frutas secas e sementes e deixe em sua gaveta ou em um local de fácil acesso. Com certeza, esse hábito impedirá que você coma alimentos inadequados na hora em que a fome bater.

  1. Trace algumas metas

Trace objetivos e defina algumas metas para iniciar o processo. Por exemplo, determine se você vai começar a comer mais frutas, tomar um café da manhã saudável todos os dias ou se vai adicionar um novo legume ou verdura por semana. Esses pequenos passos podem resultar em grandes mudanças, mas não se cobre demais, demora cerca de um mês para que qualquer nova ação se torne um hábito.

  1. Troque alimentos processados por integrais

Evite alimentos processados como pizza congelada, sanduíches de fast food, macarrão instantâneo, salsicha e outros produtos modificados por grãos integrais, frutas frescas e vegetais, na maior parte das refeições.

O termo “alimentos integrais” geralmente descreve alimentos naturais não processados, ​​contendo apenas um ingrediente, e eles costumam ser ricos em nutrientes e possuem uma menor densidade de energia. Isso significa que eles têm menos calorias e mais nutrientes por porção do que os alimentos processados, e que você adicionará ao invés de “calorias vazias” muitas proteínas, fibras, gorduras saudáveis, vitaminas e minerais. Os legumes podem acompanhar o almoço e jantar e as frutas são boas opções para os lanches e sobremesas.

  1. Evite ao máximo as bebidas açucaradas

O consumo excessivo de bebidas açucaradas como refrigerante, por exemplo, tem sido constantemente relacionado a doenças como a diabetes tipo 2, doenças cardíacas e obesidade. Além disso, bebidas ricas em açúcar podem causar danos ao fígado, ansiedade e envelhecimento precoce. Em um processo de reeducação alimentar é necessário trocar sucos ou refrigerantes repletos de açúcar por chá sem açúcar, água com gás com sabor, café e misturas de bebidas sem açúcar ou por água, que é a melhor opção.

  1. Procure comprar apenas produtos que fazem parte da sua nova alimentação

Adotar uma estratégia inteligente na hora de fazer suas compras também faz muita diferença, porque se você comprar muitos alimentos que não estão inseridos na sua nova rotina, fatalmente cairá em tentação em algum momento. Antes de ir ao supermercado faça uma lista de tudo que precisa comprar e quando estiver lá evite os corredores em que os produtos fora da relação estão.

Uma boa ideia é se concentrar nos perímetros externos da loja, pois normalmente é nessas áreas que as frutas, legumes, carnes magras, peixe, ovos e nozes estão.

  1. Adicione nozes e sementes nas refeições

Nozes e sementes como chia, semente de linhaça e sementes de abóbora nunca foram tão populares. Esses alimentos têm um grande impacto nutricional para a saúde e acrescentá-los na dieta vai garantir o consumo de proteínas, gorduras saudáveis, vitaminas e minerais. Por exemplo, eles são ricos em vitaminas, antioxidantes e minerais como cálcio, zinco e magnésio. Você pode comer como um lanche entre as refeições e também adicionar aos pratos, ou com o cereal matinal.

  1. Coma mais peixe

As proteínas são importantíssimas para a dieta, pois além de contribuir com vários processos essenciais do nosso organismo, também ajudam a manter a saciedade, o que colabora com o emagrecimento. Uma das proteínas de qualidade e que deve fazer parte de uma nova alimentação é o peixe, especificamente o salmão e cavala, que são ricos em ácidos graxos ômega-3.

Eles são capazes de melhorar a saúde do cérebro e do coração, reduzindo o risco de doenças como Alzheimer, demência e diabetes e a American Heart Association recomenda comer peixe pelo menos duas vezes por semana.

  1. Use farinha integral nas receitas

Substituir a farinha de trigo refinada (branca) por uma versão integral fará muita diferença no valor nutricional das suas receitas. Isso porque as farinhas compostas de grãos integrais contêm o farelo e o germe, que são nutrientes que contribuem com a saúde. Se optar por comprar alimentos prontos, busque alternativas 100% integrais ou aqueles preparados com grãos inteiros, pois algumas versões costumam conter muita farinha refinada adicionada.

  1. Diminua o tamanho das porções

Não basta comer alimentos mais saudáveis, é preciso também diminuir o tamanho das porções. O primeiro passo é trocar o prato, pois de acordo com a ciência, comer em um prato grande engana o seu cérebro, fazendo-o pensar que você não comeu o suficiente, enquanto comer em um prato menor ajuda a deixá-lo satisfeito mais rápido e evitar excessos.

Além disso, a cor também pode influenciar a ingestão de alimentos, de acordo com um estudo realizado pela Cornell University. Segundo as evidências observadas, as pessoas comem menos quando há um maior contraste de cores entre o prato e a comida – por exemplo, se você come macarrão em um prato branco, provavelmente vai comer mais do que se comer em um prato marrom ou azul.

  1. Mantenha o foco nos nutrientes e não somente nas calorias

Se o objetivo é entender o que é reeducação alimentar e colocar em prática, o principal foco devem ser os nutrientes. A nutricionista Rhiannon Mack afirmou em um post no Move Nourish Believe que as calorias não são criadas iguais, e que é a qualidade e não a quantidade que tem um maior impacto para a saúde.

  1. Adicione mais alimentos probióticos à sua dieta

Os alimentos probióticos como o Kefir, por exemplo, ajudam relevantemente a melhorar a nossa saúde intestinal. Através do seu consumo é possível diversificar as bactérias saudáveis para suportar a boa digestão, extração de nutrientes dos alimentos e construção do sistema imunológico saudável e capaz de impedir o desenvolvimento de diversas doenças. Além disso, quando o sistema imunológico está forte, ele ajuda o organismo a realizar com excelência as suas funções, e isso pode te ajudar inclusive a emagrecer.

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/o-que-e-reeducacao-alimentar-como-comecar-cardapio-e-dicas/#gP5eGz0YYUdsMZpl.99

 

Saiba mais sobre o café: contém glúten ou carboidrato?

No café da manhã ou no lanchinho da tarde, depois do almoço ou após o jantar. Preto, expresso, com leite, chocolate ou cremes.O café pode aparecer de diversas formas e em vários momentos no nosso dia a dia.

E se tem um povo que aprecia a bebida é o povo brasileiro, não é mesmo?

Segundo notícia de 2017 do Consórcio dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), dados da Organização Internacional do Café indicaram que o brasileiro é o segundo maior consumidor de café do mundo, com uma demanda anual de 20,5 milhões de sacas.

 

Será que o café tem carboidrato?

Mesmo uma preferência nacional como o café não fica de fora da lista de preocupações das pessoas que seguem uma dieta com restrição ou controle do consumo de carboidratos, seja por motivos de saúde, seja com o objetivo de emagrecer.

Mas será que o café tem carboidrato a ponto de precisar ser consumido com cuidado dentro deste tipo de dieta?

Em artigo publicado no site Livestrong, a mestra em biologia molecular e celular Sylvie Tremblay, esclareceu que o café sem açúcar possui um baixo teor de carboidratos, mesmo quando ocorre a adição de uma pequena quantidade de produto laticínio à bebida.

De acordo com ela, é possível inclusive encontrar cafés livres de carboidratos. “Então, ele (o café) pode funcionar como parte da sua dieta low carb”, afirmou Tremblay.

Por outro lado, a mestra em biologia molecular e celular alertou que se a dieta low carb tiver sido adotada para diminuir o colesterol, alguns tipos de café (alguns não filtrados como o café feito com a prensa francesa ou o café turco) podem combater os benefícios desse tipo de alimentação para o colesterol.

Além disso, Tremblay também chamou a atenção para o fato de que a adição de açúcar no café aumenta o teor de carboidratos da bebida. Segundo a mestra em biologia molecular e celular, cada colher de chá de açúcar apresenta 4 g de carboidratos.

O café normal está ok em uma dieta low carb, mas você vai querer evitar bebidas à base de café cheias de açúcar. Mesmo se você estiver seguindo uma dieta low carb liberal, que permite diversos gramas de carboidratos diariamente, uma única bebida açucarada vai pegar uma grande porção da sua permissão de carboidratos para o dia.

 

E será que o café é composto por glúten?

 Para quem possui doenças, sensibilidade ou intolerância que impedem a ingestão ou simplesmente escolheu excluir o glúten das suas refeições, também vale a pena saber se o café o possui ou não na sua composição.

De acordo com a Celiac Disease Foundation (Fundação da Doença Celíaca, tradução livre, CDF, sigla em inglês), o café não contém glúten e pode ser consumido seguramente por pessoas com a doença celíaca, ainda que exista quem acredite que o café possui proteínas que são tratadas como invasoras pelo organismo, da mesma forma que acontece com o glúten.

Entretanto, a CDF apontou que apenas um tipo de café provocou uma resposta como a do glúten no organismo: um café instantâneo que havia sido contaminado com traços de glúten.

Para os pesquisadores, o café puro não contaminado com o glúten pode ser seguro para quem tem doença celíaca ou sensibilidade ao glúten e algumas pessoas passam mal depois de tomar café por serem alérgicas aos grãos de café e não ao glúten.

Entretanto, é preciso tomar cuidado com os cafés cheios de ingredientes adicionais – se os ingredientes utilizados tiverem glúten, então a bebida também conterá a substância.

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/cafe-tem-carboidrato-e-gluten-tipos-variacoes-e-dicas/

 

Veganismo: algumas coisas que você precisa saber

O veganismo está longe de ser uma moda passageira, e embora o conceito não seja novo, o número de novos adeptos cresceu consideravelmente nos últimos anos. A preocupação com a saúde tem feito as pessoas observarem melhor os alimentos que estão consumindo, assim como a sua origem. Isso significa que não basta ter no cardápio um alimento saboroso, pois também é preciso entender de onde ele vem e por quem foi cultivado.

O que é ser vegano?

Ser vegano é um modo de vida que busca excluir todas as formas de exploração e crueldade animal, seja para comida, vestuário ou qualquer outra finalidade.

Historicamente falando, o termo vegano foi adotado em 1944 por um pequeno grupo de vegetarianos que se separaram da Sociedade Vegetariana de Leicester para formar a Sociedade Vegana. Essas pessoas optaram por não consumir carne, laticínios, ovos ou qualquer outro produto que tenha origem animal, e por esse motivo eles perceberam a necessidade de formar uma sociedade que representasse fielmente o seu ponto de vista.

 

Principais tipos de veganismo

  • Veganos dietéticos: Este termo faz referência às pessoas que evitar alimentos de origem animal, mas que continuam usando outros produtos, como roupas e cosméticos;
  • Veganos de alimentos integrais: São os veganos que mantêm uma dieta focada em alimentos integrais, como frutas, vegetais, grãos integrais, legumes, nozes e sementes;
  • Veganos de junk food: São aqueles que têm como base da dieta os alimentos processados ​​veganos, como carnes veganas, batatas fritas, jantares congelados veganos e sobremesas veganas, como sorvetes sem lactose;
  • Veganos de alimentos crus: Nessa modalidade, os veganos consomem apenas frutas cruas, vegetais, nozes e sementes, bem como alimentos cozidos em temperaturas abaixo de 48 °C;
  • Veganos que ingerem alimentos com baixo teor de gordura e alimentos crus: Também conhecidos como frutíferos, essa classe de veganos limita a dieta a alimentos ricos em gordura, como nozes, abacates e cocos, e depende principalmente de frutas. Às vezes, outras plantas também são consumidas, mas em quantidades menores.

 

O que um vegano pode comer e o que ele deve evitar?

A premissa básica de como ser vegano é evitar qualquer alimento proveniente de animal; sendo assim, as carnes vermelhas, frango, peixe, marisco, ovos e laticínios estão proibidos.

Também saem do cardápio aqueles que carregam ingredientes que têm uma origem animal, e isso inclui: albumina, caseína, gelatina, ácido láctico, pepsina, goma laca, vitamina D3, wheyp protein, algumas vitaminas E, e derivados de origem animal. Geralmente eles estão presentes em cerveja, vinho, doces, gomas de mascar e muitos outros.

Como a lista é extensa, muitas pessoas podem acabar comendo apenas os mesmos alimentos sempre. No entanto, a boa notícia é que muitos restaurantes, supermercados e outros estabelecimentos já oferecem uma variedade muito maior, e alguns pratos também podem ser adaptados facilmente.

Atualmente, é possível consumir facilmente hambúrgueres vegetarianos, pizzas, smoothies, nachos com salsa e guacamole, sanduíches e pratos de massa. A carne é substituída por feijões, lentilhas, tofu, seitan, tempeh, nozes e sementes, enquanto os produtos lácteos, por leites vegetais. Já os ovos crus são substituídos por sementes de linhaça ou sementes de chia em várias receitas, e o mel por adoçantes à base de plantas, como melaços ou xaropes de bordo ou arroz.

 

 

 

fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/como-ser-vegano-sem-gastar-muito-dinheiro/

6 Receitas de Suco de Kefir

O kefir de água é um probiótico muito saudável que ajuda a combater a síndrome do intestino irritável, ajuda no sistema imunológico, reduz o processo de envelhecimento e ajuda a regular pressão sanguínea.

Abaixo estão algumas receitas de suco de kefir para você se deliciar e se beneficiar de todas suas propriedades. As receitas são simples, basta colocar o kefir líquido e um suco de frutas em uma garrafa e deixar em temperatura ambiente para que o Kefir consuma o açúcar e fermente. Depois de pronto, leve para geladeira e beba. Confira!

1- Receita de suco de kefir de laranja

Ingredientes:

  • 250 ml de água de kefir;
  • 50 ml de suco laranja;
  • 2 colheres de sopa de açúcar mascavo.

Modo de preparo:
Coloque o suco de laranja dentro de uma garrafa de plástico, adicione o açúcar. Misture bem. Agora acrescente o kefir de água já fermentado e misture novamente. Agite um pouco a garrafa, tampe e leve para fermentar por 24 horas. Depois desse período, leve para gelar e sirva.

2- Receita de suco de kefir de morango

Ingredientes:

  • 250 ml de água de kefir;
  • 1 xícara de morango batido;
  • 2 colheres de sopa de açúcar.

Modo de preparo:

Coloque o suco de morango dentro de uma garrafa de plástico, adicione o açúcar. Misture bem. Agora acrescente o kefir de água já fermentado e misture novamente. Agite um pouco a garrafa, tampe e leve para fermentar por 24 horas. Depois desse período, leve para gelar e sirva.

 

3- Receita de suco de kefir detox

Ingredientes:

  • 1 folha de couve;
  • 2 colheres de sopa de salsa picada;
  • suco fresco de 1 limão médio;
  • 1 copo de 200 ml de kefir de água;
  • 2 colheres de açúcar demerara.

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador, exceto o kefir. Misture o suco detox com o kefir, adicione açúcar e deixe fermentar por 24 horas tampado. Depois disso, leve para gelar e sirva.

 

4- Receita de suco de kefir de limão

Ingredientes:

  • 250 ml de água de kefir;
  • 50 ml de suco de limão;
  • 2 colheres de sopa de açúcar mascavo.

Modo de preparo:

Coloque o suco de limão dentro de uma garrafa de plástico, adicione o açúcar. Misture bem. Agora acrescente o kefir de água já fermentado e misture novamente. Agite um pouco a garrafa, tampe e leve para fermentar por 24 horas. Depois desse período, leve para gelar e sirva.

 

5- Receita de suco de kefir de maçã

Ingredientes:

  • 250 ml de água de kefir;
  • 50 ml de suco de maçã;
  • 2 colheres de sopa de açúcar refinado.

Modo de preparo:

Coloque o suco de maçã natural dentro de uma garrafa de plástico, adicione o açúcar. Misture bem. Agora acrescente o kefir de água já fermentado e misture novamente. Agite um pouco a garrafa, tampe e leve para fermentar por 24 horas. Depois desse período, leve para gelar e sirva.

 

6 – Receita de suco de kefir de frutas vermelhas

Ingredientes:

  • 250 ml de água de kefir;
  • 1 xícara de frutas vermelhas;
  • 2 colheres de sopa de açúcar.

Modo de preparo:

Bata as frutas vermelhas no liquidificador. Coloque o suco de frutas vermelhas dentro de uma garrafa de plástico, adicione o açúcar. Misture bem. Agora acrescente o kefir de água já fermentado e misture novamente. Agite um pouco a garrafa, tampe e leve para fermentar por 24 horas. Depois desse período, leve para gelar e sirva.

 

fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/receitas-de-suco-de-kefir/

 

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