Reeducação Alimentar: Dicas de como começar

A reeducação alimentar é um processo que tem o objetivo de mudar os hábitos alimentares. A principal finalidade é comer de forma correta e saudável, diminuindo ao máximo a ingestão de alimentos pobres em nutrientes por aqueles que oferecem vitaminas, minerais e outros componentes necessários para o seu organismo funcionar corretamente, além de transformar essas trocas inteligentes em hábitos presentes na sua rotina diária.

Mas isso não significa que você vai eliminar definitivamente alguns alimentos que tanto gosta, e sim que você fará a sua ingestão de forma consciente e equilibrada, eliminando os excessos.

A reeducação alimentar pode ser realizada para perder peso, controlar o colesterol, níveis glicêmicos ou até mesmo prevenir algumas doenças. Porém, independente do seu objetivo, o principal ganho de seguir uma alimentação mais equilibrada e nutritiva será a saúde e qualidade de vida.

Como começar?

Iniciar um processo de reeducação alimentar nem sempre é fácil, pois requer mudanças.  No entanto, essa etapa não precisa ser complicada, pelo contrário, uma alimentação mais saudável pode ser simples, barata e fácil de realizar.

 

  1. Realize a mudança de forma gradativa

Quando o assunto é reeducação alimentar, a chave para obter sucesso pode ser a mudança gradual. Incorporar novos hábitos com calma e devagar costuma ser mais eficaz, e antes que você perceba, estará comendo de forma mais saudável e perdendo peso. Conforme os novos hábitos se tornam uma rotina, o seu paladar, assim como as suas preferências alimentares, mudam.

  1. Torne-se mais consciente

Prestar mais atenção ao que você está comendo e bebendo é um dos primeiros passos para a reeducação alimentar. Comece a ler os rótulos dos produtos que você compra, para analisar a composição, observe quais ingredientes você está ingerindo e que tipo de nutrientes o alimento oferece para o seu corpo.

Quando você tornar a alimentação mais consciente, começará naturalmente a fazer mudanças importantes na dieta. Uma sugestão é manter um diário alimentar, assim você será capaz de analisar tudo o que está ingerindo.

  1. Programe as suas refeições

Programar as refeições é um excelente caminho para não cair em determinadas armadilhas. Tenha em mente quais alimentos que vai consumir e deixe-os preparados e disponíveis, assim evitará comer algo que não deve quando está com fome. Mantenha alimentos saudáveis ​​em locais de fácil acesso e visibilidade, tanto em casa quanto no local de trabalho.

Por exemplo, mantenha frutas em locais visíveis, prepare lanches saudáveis ​​com grãos integrais e vegetais frescos e deixe armazenados na geladeira, leve para o trabalho nozes, amêndoas, pistaches, frutas secas e sementes e deixe em sua gaveta ou em um local de fácil acesso. Com certeza, esse hábito impedirá que você coma alimentos inadequados na hora em que a fome bater.

  1. Trace algumas metas

Trace objetivos e defina algumas metas para iniciar o processo. Por exemplo, determine se você vai começar a comer mais frutas, tomar um café da manhã saudável todos os dias ou se vai adicionar um novo legume ou verdura por semana. Esses pequenos passos podem resultar em grandes mudanças, mas não se cobre demais, demora cerca de um mês para que qualquer nova ação se torne um hábito.

  1. Troque alimentos processados por integrais

Evite alimentos processados como pizza congelada, sanduíches de fast food, macarrão instantâneo, salsicha e outros produtos modificados por grãos integrais, frutas frescas e vegetais, na maior parte das refeições.

O termo “alimentos integrais” geralmente descreve alimentos naturais não processados, ​​contendo apenas um ingrediente, e eles costumam ser ricos em nutrientes e possuem uma menor densidade de energia. Isso significa que eles têm menos calorias e mais nutrientes por porção do que os alimentos processados, e que você adicionará ao invés de “calorias vazias” muitas proteínas, fibras, gorduras saudáveis, vitaminas e minerais. Os legumes podem acompanhar o almoço e jantar e as frutas são boas opções para os lanches e sobremesas.

  1. Evite ao máximo as bebidas açucaradas

O consumo excessivo de bebidas açucaradas como refrigerante, por exemplo, tem sido constantemente relacionado a doenças como a diabetes tipo 2, doenças cardíacas e obesidade. Além disso, bebidas ricas em açúcar podem causar danos ao fígado, ansiedade e envelhecimento precoce. Em um processo de reeducação alimentar é necessário trocar sucos ou refrigerantes repletos de açúcar por chá sem açúcar, água com gás com sabor, café e misturas de bebidas sem açúcar ou por água, que é a melhor opção.

  1. Procure comprar apenas produtos que fazem parte da sua nova alimentação

Adotar uma estratégia inteligente na hora de fazer suas compras também faz muita diferença, porque se você comprar muitos alimentos que não estão inseridos na sua nova rotina, fatalmente cairá em tentação em algum momento. Antes de ir ao supermercado faça uma lista de tudo que precisa comprar e quando estiver lá evite os corredores em que os produtos fora da relação estão.

Uma boa ideia é se concentrar nos perímetros externos da loja, pois normalmente é nessas áreas que as frutas, legumes, carnes magras, peixe, ovos e nozes estão.

  1. Adicione nozes e sementes nas refeições

Nozes e sementes como chia, semente de linhaça e sementes de abóbora nunca foram tão populares. Esses alimentos têm um grande impacto nutricional para a saúde e acrescentá-los na dieta vai garantir o consumo de proteínas, gorduras saudáveis, vitaminas e minerais. Por exemplo, eles são ricos em vitaminas, antioxidantes e minerais como cálcio, zinco e magnésio. Você pode comer como um lanche entre as refeições e também adicionar aos pratos, ou com o cereal matinal.

  1. Coma mais peixe

As proteínas são importantíssimas para a dieta, pois além de contribuir com vários processos essenciais do nosso organismo, também ajudam a manter a saciedade, o que colabora com o emagrecimento. Uma das proteínas de qualidade e que deve fazer parte de uma nova alimentação é o peixe, especificamente o salmão e cavala, que são ricos em ácidos graxos ômega-3.

Eles são capazes de melhorar a saúde do cérebro e do coração, reduzindo o risco de doenças como Alzheimer, demência e diabetes e a American Heart Association recomenda comer peixe pelo menos duas vezes por semana.

  1. Use farinha integral nas receitas

Substituir a farinha de trigo refinada (branca) por uma versão integral fará muita diferença no valor nutricional das suas receitas. Isso porque as farinhas compostas de grãos integrais contêm o farelo e o germe, que são nutrientes que contribuem com a saúde. Se optar por comprar alimentos prontos, busque alternativas 100% integrais ou aqueles preparados com grãos inteiros, pois algumas versões costumam conter muita farinha refinada adicionada.

  1. Diminua o tamanho das porções

Não basta comer alimentos mais saudáveis, é preciso também diminuir o tamanho das porções. O primeiro passo é trocar o prato, pois de acordo com a ciência, comer em um prato grande engana o seu cérebro, fazendo-o pensar que você não comeu o suficiente, enquanto comer em um prato menor ajuda a deixá-lo satisfeito mais rápido e evitar excessos.

Além disso, a cor também pode influenciar a ingestão de alimentos, de acordo com um estudo realizado pela Cornell University. Segundo as evidências observadas, as pessoas comem menos quando há um maior contraste de cores entre o prato e a comida – por exemplo, se você come macarrão em um prato branco, provavelmente vai comer mais do que se comer em um prato marrom ou azul.

  1. Mantenha o foco nos nutrientes e não somente nas calorias

Se o objetivo é entender o que é reeducação alimentar e colocar em prática, o principal foco devem ser os nutrientes. A nutricionista Rhiannon Mack afirmou em um post no Move Nourish Believe que as calorias não são criadas iguais, e que é a qualidade e não a quantidade que tem um maior impacto para a saúde.

  1. Adicione mais alimentos probióticos à sua dieta

Os alimentos probióticos como o Kefir, por exemplo, ajudam relevantemente a melhorar a nossa saúde intestinal. Através do seu consumo é possível diversificar as bactérias saudáveis para suportar a boa digestão, extração de nutrientes dos alimentos e construção do sistema imunológico saudável e capaz de impedir o desenvolvimento de diversas doenças. Além disso, quando o sistema imunológico está forte, ele ajuda o organismo a realizar com excelência as suas funções, e isso pode te ajudar inclusive a emagrecer.

 

Fonte: https://www.mundoboaforma.com.br/o-que-e-reeducacao-alimentar-como-comecar-cardapio-e-dicas/#gP5eGz0YYUdsMZpl.99

 

5 dicas naturais para fortalecer os cabelos

Cabelos fracos e quebradiços podem ser fortalecidos com produtos naturais e fáceis de encontrar. Confira abaixo as 5 dicas para fortalecer os seus fios.

1. Óleo Essencial de Alecrim e Hortelã

São os melhores óleos para queda de cabelo. Ativam a circulação no couro cabeludo, melhorando o desempenho do crescimento e nutrindo o couro cabeludo, evitando assim a queda. Separe uma colher de sopa de óleo vegetal e acrescente 3 gotas de cada óleo, Misture bem e passe no couro cabeludo, massageando bem. Deixe agir por 1 hora e lave os cabelos normalmente.

2. Óleo de Coco

O óleo de coco fortalece e nutre o couro cabeludo, evitando a queda de cabelo. Além de ajudar na hidratação do fio, o óleo de coco também acelera o crescimento lento. Deixa os fios mais alinhados e sem frizz.
Separe uma quantidade para passar no seu couro cabeludo (cerca de duas colheres de sopa). Com os cabelos secos, aplique o óleo de coco em todo o seu couro cabeludo. Faça leves massagens até o óleo ser absorvido. Pode passar um pouco no comprimento e nas pontas. Coloque uma touca para ajudar a aquecer o óleo na cabeça. Deixe agir por 4 horas e em seguida lave os cabelos normalmente.

3. Babosa (Aloe Vera)

A babosa atua limpando os folículos capilares. Ou seja, ela expulsa a gordura contida no couro cabeludo, que pode atrapalhar o crescimento dos fios. A babosa ainda é capaz de regenerar e nutrir os fios, recuperando o cabelo. Deixa os cabelos mais bonitos, macios, brilhantes, fortalece e ainda evita a queda de cabelo.
Separe um pedaço do gel de babosa e bata no liquidificador. Passe o gel em todo couro cabeludo, já limpo, e massageie. O restante misture com um pouco de máscara e passe do comprimento até as pontas. Deixe agir por 30 minutos. Enxágue bem os cabelos e em seguida passe o condicionador.

4. Ovo para o Fortalecimento

O ovo é um grande aliado para prevenir e melhorar a queda de cabelo. O ovo é composto por: ácidos graxos saturados, ácidos graxos insaturados, 20 aminoácidos, 14 minerais, 12 vitaminas e carotenóides que nutrem o couro cabeludo.
Separe em uma tigela um ovo inteiro. Acrescente uma colher de sopa de óleo de coco e misture bem. Acrescente 5 gotas de óleo essencial de ylang ylang ou tea tree. Misture e passe no couro cabeludo massageando bem. Deixe agir 20 minutos e lave os cabelos normalmente.

5. Vinagre de Maçã e Óleo Essencial de Sálvia

O vinagre de maçã é rico em aminoácidos, vitaminas e minerais, além de ácidos orgânicos ((málico, cítrico, láctico, oxálico) O vinagre de maçã ajuda a selar as cutículas, melhorando o frizz, regula o pH do couro cabeludo ajuda a melhorar a caspa e combater a queda de cabelo.
Separe 300 ml de água filtrada, acrescente 2 colheres de sopa de vinagre de maçã orgânico e 2 gotas de óleo essencial de sálvia. Misture e, depois de lavar os cabelos com shampoo e condicionador, borrife em todo cabelo. Massageie por alguns minutos e dê uma última enxaguada.

Fonte: https://belezaesaude.com/tratamentos-naturais-queda-cabelo/

Algas marinhas: Conheça 9 algas ricas em nutrientes e cheias de saúde

As algas marinhas pertencem ao grupo de plantas Thalophytas, são assexuadas e com sistema reprodutor unicelular. São considerados organismos primitivos, por não conterem seiva, raízes, folhas, flores, sementes e frutos.
Elas são importantes para a economia humana, pois são utilizadas como alimento, como matéria-prima para a indústria farmacêutica, cosmética e alimentícia e também como meios de cultura para produção de bactérias e fungos.
As algas marinhas são conhecidas por serem utilizadas na culinária chinesa, porém existem outras formas de consumi-las e seus poderes nutricionais são surpreendentes. E você, já experimentou? Conhece os benefícios destes superalimentos?
O que são algas marinhas
As algas marinhas são consideradas o pulmão do mundo. Elas produzem mais oxigênio pela fotossíntese do que utilizam para respirar e este oxigênio que não é utilizado é liberado para o ambiente.
O excedente é liberado na atmosfera, o que corresponde a quase 55% de todo oxigênio do planeta. As algas são subdivididas em microalgas e macroalgas.
As macroalgas são visíveis a olho nu por serem maiores. Em sua maioria são encontradas fixadas em rochas, porém podem também serem encontradas em recifes de coral, pilares de portos, cascos de barcos e raízes de mangue. Sempre em ambientes com presença de nutrientes e luz.
Já as microalgas pertencentes ao fitoplâncton são as algas azuis, as algas verdes, dinoflagelados, euglenofíceas, pirrofíceas e crisofíceas.
As algas marinhas ainda, são essenciais no ciclo de vida marinho visto que elas sustentam os animais herbívoros. Estes sustentam os carnívoros e assim por diante.
Portanto, as principais funções das algas são a de produção de oxigênio para toda a fauna e servem de alimento para animais herbívoros,como caranguejos e peixes. Elas são capazes de liberar mais oxigênio do que a Amazônia, pois a floresta consome grande parte do oxigênio que produz.
E quais os principais benefícios que estas algas podem trazer à nossa saúde? Confira!
Benefícios das algas marinhas
Pelo alto teor de Iodo, as algas marinhas são capazes de proteger o organismo contra o envenenamento por radiação e, além disso, também são importantes para a tireoide.
Auxiliam na melhora do sistema imunológico E, para mulheres, na regulação dos hormônios.
O iodo ainda é essencial para o funcionamento saudável da glândula tireoide, pois os altos níveis de iodo ajudam a regular os hormônios da tireoide.
Por conterem bastante magnésio, são excelentes para prevenir inflamações das artérias coronárias, previnem enxaquecas, sintomas da asma e ajudam a amenizar os sintomas da menopausa. Um estudo da Universidade de Berkeley descobriu que dietas contendo algas marinhas reduziram a ocorrência de câncer no ovário, mama e câncer do endométrio. Foi descoberto, também, que as algas marinhas podem reduzir, significativamente, a dor de mulheres com endometriose.
Por conterem fucoidan, um carboidrato complexo, elas atuam ainda como anti-inflamatórias. E por fim, as algas marinhas contêm antioxidantes que não são encontrados em outros vegetais. Mas quais são os tipos de algas marinhas que podemos consumir?
Tipos de algas
Podemos identificar alguns tipos de algas que nos trazem uma grande quantidade de nutrientes, vitaminas e minerais essenciais para uma alimentação balanceada.
NORI – Conhecidas como algas vermelhas, atribui-se essa cor pela presença de biliproteinas, que opacam a cor verde, que originalmente teriam as clorofilas. São espécies ricas em vitaminas, minerais e com boas quantidades de proteínas.
AGAR-AGAR – O Agar é uma substância que estrutura as paredes das células de algas marinhas do Mar Vermelho. Ajuda na digestão e funciona como desintoxicante, eliminando toxinas ruins do organismo.
É composto por 94,8% de fibras que colaboram com o trânsito intestinal, auxiliando no tratamento de constipação, diarréia e doenças inflamatórias.
Ajuda a fortalecer unhas e cabelos. Estimula a síntese do colágeno, evitando o aparecimento de linhas de expressão, rugas, bem como hidrata a pele.
DULSE – Possui um sabor característico, caracteriza-se pela cor vermelha e é muito usado como tempero. É rico em minerais como ferro, potássio, magnésio, iodo e fósforo.
HIZIKI – É riquíssima em cálcio e ferro. Apresenta textura semelhante a do Arame, porém é mais espessa e possui um sabor mais forte.
IRISH MOSS – Utilizada para solidificar os alimentos, essa alga também é conhecida como “musgo da Irlanda”.
KELP – Utilizada em muitas preparações prontas, ela tem uma coloração que varia entre castanho claro e verde escuro.
KOMBU – De cor escura, pode ser cozida junto com feijão para tornar os grãos mais macios e fáceis de digerir. Também pode ser utilizado em sopas e caldos.
WAKAME – É rico em iodo, magnésio, ferro e proteínas. A alga é indicada para acompanhar sopas e legumes e tem sabor suave e adocicado.
LITHOTHAMNIUM CALCAREUM – Fonte de cálcio, essa alga traz inúmeros benefícios ao corpo humano, ajudando na manutenção dos tecidos musculares e na prevenção de doenças ósseas e nas articulações.
Ainda, é um nutriente importante para fortalecer a imunidade.
As algas Lithothamnium também contém magnésio que auxilia na fixação do Cálcio nos ossos. colaboram com o controle da pressão arterial e atuam na contração e relaxamento muscular.
As formulações para consumo são enriquecidas com vitaminas D e K que aumentam a absorção e fixação do Cálcio nos ossos, dentes e articulações.
Embora muito semelhantes aos vegetais, as algas possuem uma estrutura mais simples, pois não contêm caule, folhas ou raízes. Como vimos, elas são fundamentais para o equilíbrio do ecossistema marítimo e os SEUS benefícios também são de extrema importância para a saúde humana.
As algas marinhas são ricas em nutrientes como iodo, cálcio e, fósforo, magnésio e ferro. Ajudam a fortalecer o sistema imunológico, a melhorar o funcionamento da tireoide, atuam como anti-inflamatórios e antioxidantes.
Para as mulheres, ainda, auxiliam na regulação dos hormônios e amenizam os sintomas da menopausa.

As bebidas que são calmantes naturais e que ajudam a reduzir o estresse

Na correria do dia a dia às vezes a única coisa que precisamos é parar um momento para relaxar e esfriar a cabeça. Esse processo funciona de maneira diferente para cada um, com algumas pessoas preferindo ficar em completo silêncio e outras parando para ouvir música por um momento. Mas não há como negar que uma das melhores formas de desestressar e se acalmar é tomar uma bebida apropriada para esse tipo de situação. Em geral, chás vêm logo à cabeça, mas eles não são os únicos que possuem efeito calmante.

Leite quente possui cálcio, que ajuda a baixar a pressão sanguínea
Quando falamos em leite logo pensamos no seu cálcio, que ajuda a deixar dentes e ossos mais fortes evitando problemas como a osteoporose. O que poucos se lembram é que esse mineral ajuda a baixar a pressão sanguínea, o que consequentemente ajuda o corpo a relaxar. Aliás, outro nutriente presente no leite é o magnésio, que também causa essa reação no corpo. Mas por que tomá-lo quente? Simples: porque alimentos quentes são aconchegantes, ajudando principalmente pessoas que possuem dificuldade para dormir.

Chá de hortelã relaxa os músculos
A hortelã em si possui diversos benefícios. Ela ajuda a desintoxicar o corpo, funciona como diurético e ainda previne o surgimento de doenças. Mas além disso, possui ação vasodilatadora, que ajuda a aliviar dores e a relaxar os músculos. Com isso, reduz a dor de cabeça e ameniza cólicas e náuseas. Por isso não é estranho saber que seu chá é um ótimo calmante. Seus efeitos tranquilizantes atuam no cérebro, reduzindo até a sensação de fadiga.

Suco de maracujá atua como tranquilizante
O maracujá é conhecido por ser uma fruta que ajuda a aliviar o estresse do dia a dia, e por isso mesmo o seu suco é muito indicado a pessoas que buscam relaxar. Isso ocorre porque além de ajudar a regular a pressão arterial, o maracujá possui boas quantidades de alcaloides e flavonoides, nutrientes que atuam no sistema nervoso central como tranquilizantes e relaxantes musculares.

Chá de camomila alivia dores em geral
Quem nunca ouviu que chá de camomila é bom para acalmar os nervos? Isso ocorre porque ele possui propriedades sedativas, o que ajuda a aliviar dores em geral. Tanto é que é usado para combater desconforto abdominal, como cólica e gases. Com isso, é ótimo para evitar a insônia e a ansiedade.

Masala chai descafeinado reduz os níveis de cortisol
Conhecida também como chai, essa bebida possui leite em sua composição, e por isso traz consigo os seus benefícios. Sua receita original também conta com chá preto, o que pode parecer péssimo para quem está tentando relaxar, pois possui cafeína. A questão é que é possível encontrar versões descafeinadas desse chá, que ajuda a reduzir os níveis de cortisol, elevados graças a uma situação estressante. Se quiser uma versão sem glúten ou lactose a sugestão é tomar chá com bebida de arroz com quinoa e coco.

Água de coco possui minerais que melhoram a circulação sanguínea
Pode parecer estranho que o coco seja usado para relaxar e não o contrário, mas a verdade é que ele tem boas quantidades de magnésio e potássio, que ajudam a relaxar os músculos do corpo. Esses minerais também melhoram a circulação sanguínea, funcionando, portanto, como uma ótima opção de calmante natural.

Infusões com mel têm propriedades terapêuticas
Por serem quentes, os chás acabam sendo muito indicados a pessoas que precisam acalmar os nervos. Ainda assim, se o objetivo for esse é preferível evitar os que possuem cafeína, já que esse componente deixa o corpo mais acelerado, o que é péssimo para quem quer relaxar. E seja lá qual for o chá que você escolher uma boa opção é colocar mel na infusão. Isso porque o ingrediente possui propriedades terapêuticas, ajudando a acalmar. Além disso, é uma forma mais natural de adoçar do que utilizar açúcar.

Quais alimentos contém glúten? Veja lista com aqueles que celíacos devem evitar

Pessoas celíacas são aquelas que possuem intolerância ou alergia ao glúten, que nada mais é do que uma mistura de proteínas presente em diversos alimentos que consumimos no dia a dia. E é exatamente por ela ser tão comum que pessoas que não podem consumi-la, em geral, levam marmitas para todos os lugares, pois só assim terão a certeza de que não vão ingerir algo perigoso para a sua saúde. Mas afinal, o que celíacos podem ou não comer? A lista é grande, e por isso é mais fácil tentar memorizar somente os alimentos que fazem parte de uma mesma categoria.
Saiba quais deles devem ser evitados:
Pães, massas, biscoitos e outros alimentos com farinha
O glúten se encontra no tecido vegetal do trigo, da cevada, do centeio e do malte, e é por isso que esses alimentos devem ser evitados a qualquer custo. O problema é que eles estão em mais lugares do que você imagina. Para começar, é preciso cortar pães, massas e biscoitos, já que todos eles possuem a farinha como um de seus ingredientes principais. Afinal, em geral a que consumimos é justamente a feita com trigo, que é um dos ingredientes proibidos para celíacos. Mas existe farinha sem glúten? Sim! Mas para ter certeza que ela foi a utilizada o ideal é preparar o alimento em casa.
Condimentos e temperos industrializados
Tudo bem que eles ajudam a dar mais sabor a um alimento, mas de uma forma geral condimentos e temperos industrializados também devem ser evitados. Isso inclui, por exemplo, o molho shoyo e o curry em pó. Isso porque é bem comum que grandes fábricas utilizem produtos com glúten na composição de seus produtos. Aqui o ideal é dar preferência a temperos mais naturais, como pimenta e orégano.
Cereais
Pois é, celíacos não podem comer nem uma barrinha de cereais. Isso porque os cereais nada mais são do que um grupo que engloba mais de 6 mil espécies de plantas, e entre elas temos justamente o trigo, a cevada, o centeio e o malte. Lembrando que esses três grãos não são os únicos que possuem glúten. Inclusive, o conjunto de proteínas está presente em cereais de uma maneira geral, então, a não ser que a embalagem afirme que o produto não o contém, é melhor não arriscar.
Sopas desidratadas
Além de serem industrializadas, as sopas desidratadas utilizam em sua composição justamente cereais, e por isso devem passar longe dos celíacos. De qualquer maneira, quem é fã de sopas de uma forma geral deve sempre dar preferência àquelas preparadas com alimentos orgânicos. Lembrando que legumes estão liberados em qualquer dieta livre de glúten.
Bolos e tortas em geral
Tudo bem que nós já mencionamos que é preciso cortar a farinha, mas não custa nada reforçar. Esse ingrediente, que em geral é feito a partir do trigo, é um verdadeiro veneno para celíacos. Portanto, festas, especialmente as infantis, são um perigo, já que bolos, tortas e docinhos em geral estão completamente proibidos. O melhor é optar pelo chocolate meio amargo ou então por sobremesas que utilizem a alfarroba no lugar do achocolatado.
Derivados de leite com aveia
Celíacos podem comer aveia? Não. Embora seja um cereal que não contém glúten, em geral ela é cultivada em solos que tiverem contato com outros alimentos em que ele está presente, e por isso seu uso deve ser evitado. E mesmo a lactose não sendo um problema, há muitos derivados de leite que possuem aveia em sua composição, como iogurtes, o que faz com que esse produto também precise ser deixado de lado. Aliás, o queijo em si também não possui glúten, mas pode estar contaminado, e por isso é bom ter certeza que ele não conta com esse conjunto de proteínas. E mesmo parecendo incoerente, o leite de aveia é indicado a celíacos, pois não teve contato com produtos proibidos.
O que celíacos podem comer?
De uma forma geral é importante verificar se a embalagem do produto indica que ele realmente não possui glúten – atenção para embalagens de produtos que indicam que é possível a existência de “traços” da substância! Isso porque, muitas vezes, os que teoricamente não contariam com a substância ainda assim a possuem devido a uma contaminação nas fábricas. Já legumes, verduras, frutas, carnes, peixes, sal, açúcares e óleos em geral podem ser incluídos na dieta celíaca.